Segunda-feira, 23 de março de 2026. E eu começo mais uma coluna do Bola Rolando com aquele sentimento que o torcedor do Operário Ferroviário já conhece bem: expectativa. E não é pouca coisa, não. O Fantasma entra em uma sequência simplesmente decisiva na temporada, com três competições pesando — e muito — no calendário.
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Hoje, o foco começa pela Copa do Brasil. Logo mais, às 14h, acompanho junto com vocês o sorteio da quinta fase. Agora a coisa afunila de verdade. São 32 clubes na disputa, divididos em dois potes, com base no ranking da CBF. E isso importa — porque define o nível do confronto que vem por aí.
Confira o episódio na íntegra aqui:
O Operário já fez bonito até aqui. E não só dentro de campo. Financeiramente, o clube já garantiu R$ 6,59 milhões na competição. Se avançar mais uma fase, esse valor pode ultrapassar os R$ 10 milhões. É por isso que a Copa do Brasil mexe tanto com os bastidores. Não é só futebol — é sobrevivência, investimento e crescimento.
Mas se você acha que dá tempo de respirar, esquece.
Amanhã já tem bola rolando novamente. O Operário enfrenta o Caxias, em Caxias do Sul, pela Copa Sul-Sudeste. E aí vem a pergunta que eu também me faço: qual time entra em campo? Só o Luizinho Lopes sabe.
Depois da vitória sobre o Atlético-GO e com uma sequência impressionante — são 12 jogos de invencibilidade e seis partidas sem sofrer gols — fica difícil imaginar mudanças drásticas. Ao mesmo tempo, o calendário não perdoa. Eu, sinceramente, acredito em um time mesclado. Preservar peças pode ser fundamental para manter esse nível lá na frente.
E olha o que vem pela frente: Tombense no sábado, no Germano Krüger, e depois dois jogos duros pela Série B — São Bernardo fora e Avaí na Ressacada. Ou seja, não tem jogo “tranquilo”. Cada partida exige estratégia, elenco e, principalmente, regularidade.
E o que mais me chama atenção nesse Operário é exatamente isso: consistência. Não é só ganhar. É saber competir. É não tomar gols. É ter um padrão. Coisa que, convenhamos, nem sempre foi realidade em temporadas anteriores.
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Enquanto isso, o mercado também se movimenta. O Vila Nova, por exemplo, já trouxe Guto Ferreira, o famoso “Gordiola”, especialista em acessos. Um recado claro: ninguém está para brincadeira na Série B.
E eu sigo por aqui, acompanhando tudo de perto, porque o momento do Operário é daqueles que o torcedor precisa viver jogo a jogo. E claro, você já sabe: toda essa cobertura você acompanha com a gente, no BnT Esportes e também na Rádio Cescage 107.7 FM.
A semana começou quente. E eu tenho a sensação de que vem coisa grande por aí.