A alta de Bolsonaro da UTI foi confirmada no início da noite desta segunda-feira (23), quando o ex-presidente deixou a unidade de terapia intensiva do Hospital DF Star, em Brasília, e foi transferido para um quarto da unidade hospitalar.
De acordo com informações da equipe médica, Bolsonaro seguirá internado no quarto para dar continuidade ao tratamento com antibióticos. A previsão é de que ele permaneça hospitalizado pelo menos até a próxima quarta-feira (25).
A alta de Bolsonaro da UTI ocorreu no mesmo dia em que a Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer favorável à conversão da prisão em regime domiciliar. O documento ainda será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes.
Nos bastidores, aliados do ex-presidente avaliam que a decisão sobre a possível prisão domiciliar pode ocorrer nos próximos dias. A expectativa é de que, caso haja autorização, Bolsonaro possa cumprir a medida em casa ainda nesta semana.
Na semana anterior, o Hospital DF Star havia informado ao STF que Bolsonaro precisaria permanecer internado por pelo menos 14 dias, contados a partir de sua internação, registrada em 13 de março. O período fazia parte do protocolo de acompanhamento médico estabelecido para o caso.
Boletim médico divulgado na manhã desta segunda-feira já indicava evolução no quadro clínico do ex-presidente. O documento apontava melhora progressiva e destacava a possibilidade de alta da UTI dentro de um prazo de 24 horas.
Ainda durante a última semana, Bolsonaro chegou a ser submetido a um protocolo de cuidados semi-intensivos, mesmo permanecendo na unidade de terapia intensiva. A medida foi adotada após sinais de recuperação no quadro geral.
Agora, com a alta de Bolsonaro, o acompanhamento segue em ambiente de internação convencional, com foco na continuidade do tratamento e na recuperação completa do paciente.
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