Delegado e mãe falam sobre a morte de adolescente após espancamento em Ponta Grossa

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Fabiano Blageski
Fabiano Blageski
Radialista em Ponta Grossa, atuou em rádios, TV e sites, com experiência no microfone e nos bastidores. Apaixonado por comunicação, entretenimento e notícias, também é promoter de eventos, assessor de imprensa, destacando-se pela versatilidade e busca constante por aprendizado.
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Deivison Andrade de Lima, de 17 anos, morreu nesta segunda-feira (26), após permanecer internado no Hospital Regional desde a semana passada em razão das agressões sofridas no dia 18 de janeiro. O caso, inicialmente registrado como lesão corporal, agora é tratado como crime com resultado morte.

Em entrevista, o delegado Timóssi explicou que ainda não é possível afirmar se existe relação entre a morte de Deivison e o homicídio de Kelly Cristina Ferreira de Quadros, encontrada no bairro Sabará em 16 de janeiro. “As informações ainda são preliminares. O que posso afirmar é que não há indícios de envolvimento do Deivison com o homicídio da Kelly”, destacou.

Segundo o delegado, o caso Kelly deve ser finalizado e remetido à Justiça ainda nesta semana. O autor confessou o crime, apresentou elementos materiais e indicou às equipes o local onde havia ocultado a roupa usada no dia, que continha sangue da vítima. “Ele praticou o crime sozinho e teve a prisão convertida para preventiva”, afirmou Timóssio.

Sobre o caso de Deivison, o delegado relatou que, apesar da ausência de ligação com o homicídio de Kelly, a investigação apura se o fato de o jovem ter tido um vínculo afetivo anterior com a vítima pode ter motivado algum tipo de confusão. “Isso será objeto de investigação, mas tudo ainda é muito preliminar”, explicou.

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O boletim de ocorrência registrado pela mãe da vítima aponta que o adolescente teria sido espancado por três homens, supostamente familiares de uma jovem moradora do Sabará. Durante a agressão, um dos envolvidos teria dito: “vamos explicar para você o que você fez com ela”. Após ser atendido na UPA Uvaranas, Deivison foi encaminhado ao Hospital Regional, onde não resistiu.

A mãe do jovem, Viviane, afirmou que o filho relatou ter sido colocado dentro de um carro, agredido e ameaçado em razão de uma suposta ligação com a morte de Kelly. Segundo ela, Deivison conseguiu pular do veículo e buscou ajuda. “Meu filho era inocente. Eu quero justiça”, desabafou.

A Polícia Civil agora trabalha para ouvir testemunhas, reunir provas e identificar todos os responsáveis pelas agressões que resultaram na morte do adolescente.

Imagens cedidas gentilmente pela TVCI Ponta Grossa.

Leia também: Jovem vítima de espancamento morre nesta segunda em Ponta Grossa

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