Mandante de execução em Sengés é preso em Foz do Iguaçu, mas um cúmplice continua foragido

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Fabiano Blageski
Fabiano Blageski
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A prisão de suspeito de execução em Sengés pela Polícia Militar na cidade de Foz do Iguaçu revelou novos desdobramentos policiais envolvendo tráfico de drogas, uso de documentos falsos e crimes relacionados a disputas territoriais. O homem de 33 anos, natural de Sengés, foi preso em flagrante com aproximadamente um quilo e meio de haxixe, além de dois RGs falsificados e uma Carteira Nacional de Habilitação adulterada.

Segundo a Polícia Militar, ele estava homiziado em Foz do Iguaçu havia cerca de um ano. Nesse período, utilizava identidades falsas e seguia coordenando o envio de drogas para Sengés e Itararé, empregando “mulas” para transportar entorpecentes entre as regiões. A Polícia Civil já tinha concluído, em investigações anteriores, que o suspeito era o líder de uma organização criminosa que abastecia esses municípios com maconha, haxixe, cocaína e crack.

Contra ele havia dois mandados de prisão expedidos pelo Judiciário de Sengés. Um deles pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico. O segundo faz referência à denúncia de que ele seria o mandante da execução de um jovem de 23 anos, morto com 29 disparos dentro de uma lanchonete no bairro Braúna, em novembro de 2024.

As autoridades informam que três executores foram identificados, sendo que dois já foram presos e um permanece foragido. A motivação do crime, segundo a apuração policial, teria ligação com um episódio ocorrido meses antes. Em março de 2024, o suspeito preso ontem foi vítima de uma emboscada no bairro Grêmio, em Sengés, onde recebeu seis disparos. O autor da tentativa de homicídio seria justamente o jovem executado posteriormente.

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A Polícia Civil de Sengés acredita que tanto a tentativa de homicídio quanto a execução estão diretamente relacionadas a disputas por pontos de venda de drogas na região. As investigações apontam que o grupo criminoso comandado pelo suspeito determinava rotas, fornecedores, responsáveis pela distribuição e locais de comercialização dos entorpecentes.

Após a prisão, o homem foi encaminhado a uma penitenciária de Foz do Iguaçu, onde permanece à disposição da Justiça. Somadas, as penas dos crimes investigados em Sengés podem ultrapassar 50 anos de reclusão. Ele ainda pode receber mais de 15 anos de prisão pelas novas acusações relacionadas ao flagrante no Oeste do Paraná.

Leia também: Foragido se entrega à Polícia Civil em Irati após crimes de incêndio e agressão

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