Após o susto que mobilizou as forças de segurança na manhã desta quarta-feira (29), a Polícia Civil do Paraná (PCPR) confirmou que já deu início às investigações para identificar os autores da colocação de um simulacro de bomba em um colégio particular no centro da cidade. O ato, embora o artefato não fosse real, está sendo tratado como ato criminoso.
Força-Tarefa e Investigação
Assim que a suspeita do artefato veio à tona, equipes da Polícia Civil foram deslocadas para a instituição de ensino para trabalhar em conjunto com a Polícia Militar. O objetivo agora é rastrear a origem do pacote e a motivação por trás da ameaça que paralisou a região central.
O delegado Fernando Henrique Ribeiro Vieira, responsável pelo caso, afirmou que as diligências estão em estágio avançado.
“A Polícia Civil e a Polícia Militar seguem atuando de forma conjunta para identificar a autoria e esclarecer a motivação desse ato criminoso, com a adoção de todas as medidas necessárias para a responsabilização dos envolvidos”, declarou o delegado.
Postura da Instituição de Ensino
A Polícia Civil destacou que o colégio agiu de forma exemplar diante da crise. A instituição adotou todos os protocolos de segurança previstos, realizando a evacuação necessária e colaborando integralmente com os órgãos de segurança desde o primeiro momento, o que foi crucial para garantir a integridade de alunos e funcionários.
Punição Prevista
Embora o objeto tenha sido neutralizado pelo BOPE e confirmado como uma montagem de celulares e areia, os responsáveis podem responder por crimes como:
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Interrupção ou perturbação de serviço telegráfico, telefônico ou escolar;
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Provocação de alarme, anunciando desastre ou perigo inexistente (Lei de Contravenções Penais);
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Ameaça e associação criminosa, dependendo do desdobramento das investigações.
Maiores detalhes sobre suspeitos ou imagens de câmeras de segurança não foram divulgados para não comprometer o andamento do inquérito policial.
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