O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) tem intensificado o uso de aeronaves remotamente pilotadas (RPAs) em diversas situações de emergência. Além das conhecidas missões de busca, resgate e salvamento aquático, a tecnologia tem sido aplicada no combate a incêndios, como ocorreu recentemente em uma instituição de ensino em Paranaguá.
Eficiência no Rescaldo e Gestão de Recursos
No atendimento em Paranaguá, o drone foi utilizado prioritariamente na fase de rescaldo. Equipado com câmeras térmicas, o dispositivo permitiu identificar pontos de calor remanescentes sob os escombros, o que evitou a reignição das chamas.
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De acordo com o tenente-coronel Douglas Martim Konflanz, comandante do 8º Batalhão, o uso do equipamento garantiu:
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Otimização de recursos: Direcionamento preciso da água e dos insumos.
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Preservação das equipes: Redução do desgaste físico dos bombeiros.
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Celeridade: Agilidade na finalização dos trabalhos por meio da visão aérea estratégica.
Integração e Monitoramento em Tempo Real
O capitão Jackson Alexandre Machado, presidente da Câmara Técnica de Operações com RPAs, destaca que a integração entre as forças é facilitada pelo Sysarp. O software, desenvolvido pela própria corporação, substitui anotações manuais por uma plataforma digital que transmite imagens ao vivo via streaming para as equipes de gestão.
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A ferramenta padroniza processos e oferece suporte técnico pós-incorrência, permitindo o mapeamento de danos e perdas com imagens de alta definição.
Versatilidade Operacional
A aplicação estratégica dos drones estende-se a diferentes cenários:
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Incêndios Florestais: Monitoramento da progressão do fogo para melhor posicionamento das equipes.
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Produtos Perigosos: Identificação remota de vazamentos e vítimas, garantindo a segurança dos profissionais antes da aproximação.
A incorporação dessas tecnologias faz parte do processo de modernização do CBMPR, visando operações mais seguras e eficientes para a população paranaense.
*Com informações da AEN


















