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Empreendedorismo feminino cresce no Rio de Janeiro

Empreendedorismo feminino cresce no Rio de Janeiro
Empreendedorismo feminino cresce no Rio de Janeiro
Dados da SEM-RJ indicam o avanço do empreendedorismo no Estado do Rio; para Cristina Boner, empreendedorismo feminino está em um momento de expansão e consolidação

O Rio de Janeiro é o estado brasileiro com a maior proporção de empreendedoras no Brasil, conforme dados da SEM-RJ (Secretaria de Estado da Mulher do Rio de Janeiro), compilados até o terceiro trimestre de 2022.

Segundo o “Diagnóstico Empreendedorismo Feminino no Estado do Rio de Janeiro 2023”, o total de donos de negócios, considerando homens e mulheres, é de 2.461.050 distribuídos em: 1,52 milhão de homens (61,77%), e 941,05 mil de mulheres (38,23%).

De acordo com o estudo, em torno de 38% dos empreendimentos no estado são liderados por mulheres, o que ultrapassa a média nacional, que gira em torno de 34%. Em seu relatório, a SEM-RJ destaca que a estatística mostra não apenas o vigor do empreendedorismo feminino na região, mas também a relevância das mulheres empreendedoras para o cenário econômico fluminense.

Cristina Boner, empresária e profissional da área de tecnologia, ressalta que o empreendedorismo feminino no estado do Rio de Janeiro está em um momento de expansão e consolidação, com diversos apoios e iniciativas para promover o desenvolvimento e a sustentabilidade dos negócios liderados por mulheres.

“No entanto, desafios importantes ainda precisam ser enfrentados para garantir a plena igualdade de oportunidades e o fortalecimento contínuo deste segmento”, observa.

Para Boner, entre os dados do estudo que mais têm chamado a atenção, vale destacar que o número de mulheres empreendedoras tem aumentado consideravelmente. “Dados recentes indicam que as mulheres estão cada vez mais presentes em diversos setores, especialmente nos de serviços, comércio, tecnologia e economia criativa.”

A empresária destaca que o nível de escolaridade das mulheres donas de negócio também tem chamado a atenção: De fato, em média, 29% das entrevistadas possuem ensino superior, comparado a 19% dos homens. 

“Isso indica um alto nível de qualificação entre as empreendedoras. Além disso, 52% das donas de negócio são chefes de domicílio, o que mostra um papel significativo na liderança familiar e econômica”, articula Boner, citando dados do DataSebrae.

Para a profissional da área de tecnologia, outro número relevante é o rendimento médio das mulheres à frente do próprio negócio, que é de R$2.633,80, enquanto que o dos homens é de R$3.432,30. “Apesar de ainda haver uma diferença de renda, a presença crescente das mulheres em posições de liderança no empreendedorismo é um indicador positivo de mudança”, complementa, ainda conforme dados do DataSebrae.

Para mais informações, basta acessar:  Cristina Boner | LinkedIn


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