Ampliação do Parque Estadual do Guartelá fortalece proteção ambiental
Em entrevista ao BnT News, a secretária de Turismo de Tibagi detalhou que dos atuais 799 hectares que tem o parque, a área ampliada vai para cerca de 9 mil hectares.
Em entrevista ao BnT News desta segunda-feira (9), a secretária de Turismo de Tibagi, Kellin Kravutschke Ramos Silva, falou sobre o acordo entre Governo do Estado, Ministério Público do Paraná e a Klabin para a ampliação do Parque Estadual do Guartelá, em Tibagi. Ao todo, haverá novos investimentos que, na soma, totalizam R$ 233 milhões em ações ambientais e sociais também para Telêmaco Borba.
O pacote prevê um conjunto de iniciativas estruturadas para contribuir com a conservação da biodiversidade, o fortalecimento das políticas públicas locais e a melhoria da qualidade de vida da população da região.
A secretária detalhou que dos atuais 799 hectares que tem o parque, a área ampliada vai para cerca de 9 mil hectares. “Então, é uma ampliação muito grande. Será uma preservação da biodiversidade, da nossa fauna e da flora e, principalmente, muito ICMS ecológico ao município. Então, estamos muito felizes com essa ampliação. Vai ser maravilhoso para o nosso município, com certeza. Além de ser o sexto maior do mundo, agora nós teremos essa área gigantesca fazendo parte do parque”.
Projetos
Em relação aos projetos e ações ambientais, a secretária explicou que há vários projetos em andamento, assim como a educação ambiental. “Nós queremos muito levar os nossos tibagianos mesmo até o parque. Nós temos todo o plano de manejo que está sendo renovado também. Então, tem muita coisa. Eu ainda não posso contar tudo, mas tem muita novidade boa para o nosso parque, para o nosso turismo, e nosso Campos Gerais”.
Instituto Água e Terra
A secretária comentou sobre a gestão do Instituto Água e Terra no Parque Guartelá. “Nós atuamos em conjunto com o Parque no momento. Fazemos toda a parte de informações turística, auxiliamos na infraestrutura, temos o carro de apoio, e o IAT cuida da parte de manejo e da parte ambiental. Nós precisamos estudar essa questão da privatização. Já teve duas tentativas, mas vai ser avaliado com certeza”.
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