Cafu diz que Neymar é maior que Messi e gera debate; entenda
Bicampeão mundial com a seleção brasileira e capitão do título de 2002, Cafu foi o entrevistado do Podpah no dia 18 de março e comentou sobre a equipe nacional, com destaque para Neymar, que ficou fora da última convocação de Carlo Ancelotti, mas ainda é considerado pelo treinador italiano como opção para a Copa do […]

Bicampeão mundial com a seleção brasileira e capitão do título de 2002, Cafu foi o entrevistado do Podpah no dia 18 de março e comentou sobre a equipe nacional, com destaque para Neymar, que ficou fora da última convocação de Carlo Ancelotti, mas ainda é considerado pelo treinador italiano como opção para a Copa do Mundo.
Para o ex-lateral, o potencial do camisa 10 do Santos é indiscutível, chegando a colocá-lo acima de grandes craques do futebol mundial e gerando debate nas redes sociais. “No meu ponto de vista, o Neymar é maior que o Lionel Messi. Só que, talvez, o comprometimento do Messi seja diferente. Mas dessas últimas gerações o Neymar é maior que todo mundo”, afirmou.
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Ao ser questionado sobre em que Neymar se destaca, Cafu apontou a qualidade técnica. “Mais recurso, sem sombra de dúvida. Em qualidade técnica, bate nos dois. Agora, em termos de comprometimento, você fala do Cristiano Ronaldo, esquece”, completou.
O ex-jogador também defendeu que a seleção brasileira adapte seu estilo de jogo para favorecer Neymar, citando o exemplo da Argentina com Messi e da própria seleção em 2002. Segundo ele, faltou ao atacante ter companheiros que dividissem responsabilidades ao longo de sua trajetória.
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“Neymar, durante 15 anos, não teve ninguém à altura dele para dividir a responsabilidade dentro de campo. Ele acabou assumindo muitas funções sozinho, o que não deveria acontecer”, avaliou.
Cafu ainda comentou sobre a possível convocação do jogador por Ancelotti, levantando dúvidas sobre o comportamento do atleta dentro do grupo. Para ele, a qualidade técnica não está em discussão, mas a postura pode influenciar na decisão.
“Se ele estiver 50%, ele vai, porque ainda pode ser muito importante. Mas a questão é como ele vai se comportar dentro do grupo, se vai trabalhar pela oportunidade ou gerar pressão”, disse.
Por fim, Cafu relembrou um episódio da época em que trabalhou com Ancelotti no Milan para exemplificar o perfil do treinador, destacando a exigência por comprometimento nos treinamentos como fator determinante para a participação dos atletas.























