Defesa de Oséias Gomes repudia acusações e alega “perseguição”
Advogados de defesa emitiram nota oficial após o Ministério Público formalizar a denúncia sobre o crime que vitimou José Claiton Leal Machado.

O caso envolvendo o empresário Oséias Gomes de Moraes, ligado à rede Odonto Excellence, ganhou um novo desdobramento ontem (18). O Ministério Público formalizou uma denúncia contra o empresário, colocando-o no centro das acusações sobre o crime que vitimou José Claiton Leal Machado.
A nossa equipe de jornalismo do BnT acompanha de perto os desdobramentos desta investigação, que tem gerado grande repercussão no município. De acordo com o contexto do processo, as autoridades investigam a hipótese de que o crime tenha sido encomendado ou financiado, apontamentos que basearam o movimento recente do MP.
Imediatamente após a denúncia oferecida ontem, os representantes legais do empresário vieram a público para contestar a validade das acusações e a solidez das provas apresentadas pela acusação.
A versão da defesa
O escritório Dalledone & Advogados Associados, que patrocina a defesa de Oséias Gomes, divulgou uma nota oficial rechaçando veementemente a denúncia. O documento classifica a ação como uma tentativa de “condenação antecipada” e afirma que a investigação carece de provas técnicas.
Confira a íntegra do posicionamento da defesa:
*”O escritório Dalledone & Advogados Associados, responsável pela defesa de Oséias Gomes de Moraes, manifesta absoluto repúdio à tentativa de transformar uma narrativa investigativa em condenação antecipada.
Oséias Gomes nega, de forma categórica, qualquer participação, mando, financiamento ou envolvimento no crime que vitimou José Claiton Leal Machado. Trata-se de uma perseguição contra o empresário.
A versão apresentada até aqui não resiste a uma análise técnica, ampla e contraditória dos elementos do procedimento. O que se vê é uma interpretação construída a partir de recortes, ilações e conclusões precipitadas, sem a necessária demonstração de que Oséias tenha ordenado, planejado ou custeado qualquer ato criminoso.”*
O caso segue tramitando na Justiça, e a tramitação do processo deverá analisar agora se os elementos colhidos durante o inquérito são suficientes para sustentar a denúncia do Ministério Público.
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