Elizabeth Schmidt e Geraldo Stocco “trocam farpas” nas redes sociais sobre serviço do CRAR em PG

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Yuri Silva
Yuri Silva
Sou formado em Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Sou jornalista do portal BnT. Possuo aptidão em comunicação textual, verbal e afins. Possuo um apreço especial pelo jornalismo esportivo.
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A prefeita Elizabeth Schmidt criticou o vereador Geraldo Stocco após falas do parlamentar sobre o Centro de Referência para Animais em Risco (CRAR) de Ponta Grossa. Em um vídeo publicado nesta quinta-feira (27), a prefeita rebateu publicamente as declarações feitas pelo vereador, que denunciou supostas irregularidades envolvendo cirurgias em animais atendidos pelo Município.

Nas redes sociais, Stocco questionou o processo de terceirização do CRAR e afirmou que uma empresa contratada pela Prefeitura estaria operando animais sem anestesia e utilizando materiais de baixa qualidade. “Já imaginou seu animal de estimação ser operado sem anestesia? Pode parecer absurdo, mas era isso que uma empresa contratada pela Prefeitura de PG queria fazer”, ponderou.

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Ele também citou que o Conselho dos Direitos dos Animais teria suspendido a empresa, reforçando preocupações sobre a qualidade do serviço. “O Conselho dos Direitos dos Animais suspendeu essa empresa, mas isso mostra o descaso com a causa animal em PG”, complementou.

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Stocco ainda afirmou que uma Comissão Especial de Investigação (CEI) da Câmara já apurou detalhes da “terceirização milionária” do CRAR, destacando que o Legislativo seguirá acompanhando o tema. “No Legislativo, seguimos trabalhando pela causa animal e cobrando a contratação de mais veterinários e também a abertura do CRAR”, destacou.

Reação da prefeita

As falas geraram forte reação da prefeita. No vídeo publicado nas redes sociais, Elizabeth afirmou que Stocco está “mal informado ou mal intencionado” e rebateu as acusações. Segundo ela, as cirurgias continuam sendo feitas pelas mesmas clínicas terceirizadas que já prestavam o serviço e a empresa vencedora da licitação ainda não realizou nenhuma cirurgia pelo contrato, o que invalidaria as acusações do vereador.

A prefeita também contestou a afirmação de que o Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais teria suspendido a empresa, assegurando que o órgão não tem poder legal para suspender contratos, apenas para recomendar ações. A recomendação feita não foi acatada pela administração, segundo ela, por falta de fundamentação técnica.

Elizabeth ainda defendeu o modelo de terceirização, afirmando que ele é previsto em lei e garante economia ao poder público, além de ampliar o atendimento. “O CRAR deverá funcionar 24 horas por dia e aos fins de semana após a implantação total do contrato”, pontuou.

Ao finalizar o vídeo, a prefeita disse que precisava esclarecer as informações “para que a população não seja induzida ao erro”.

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