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Espetáculo circense leva alegria e valorização a APAEs do Paraná

Com esquetes cômicas, números de mágica e atividades circenses adaptadas para pessoas com deficiência, o projeto ‘Circo do Palhaço Picolé – Incluindo Alegria’ passou por 15 municípios do Paraná. Durante as apresentações, os artistas interagiram com o público do início ao fim, e mais de 2.500 adultos e crianças tiveram contato com atividades de caráter […]

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Foto: Divulgação
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Com esquetes cômicas, números de mágica e atividades circenses adaptadas para pessoas com deficiência, o projeto ‘Circo do Palhaço Picolé – Incluindo Alegria’ passou por 15 municípios do Paraná. Durante as apresentações, os artistas interagiram com o público do início ao fim, e mais de 2.500 adultos e crianças tiveram contato com atividades de caráter lúdico e interativo. O espetáculo, idealizado pelo artista circense Robert Salgueiro e coordenado pela ABC Projetos Culturais, foi viabilizado por meio do Programa de Fomento e Incentivo à Cultura do Governo do Paraná (PROFICE), com apoio da empresa Continental. Ao todo, foram realizadas 30 apresentações gratuitas e 15 oficinas de técnicas circenses voltadas a pessoas com deficiência, com linguagem adaptada.

A diretora Sílvia de Paula Stange relata que foi possível observar o envolvimento dos alunos atendidos pela APAE de Rio Negro, uma das instituições contempladas. “Durante a apresentação, foi possível perceber o interesse dos alunos, que acompanharam atentamente as atividades e participaram das interações propostas”, afirma. Segundo ela, a participação ativa dos alunos contribuiu para tornar a experiência mais significativa. “Esses momentos foram importantes, pois mostraram como a arte pode estimular a expressão, a confiança e a interação dos participantes”, destaca.

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Silvia avalia que iniciativas como o ‘Circo do Palhaço Picolé – Incluindo Alegria’ demonstram o papel da arte como instrumento de inclusão e desenvolvimento. “As atividades incentivam a participação, a criatividade e a convivência em grupo, além de contribuírem para o fortalecimento da autoestima e do sentimento de pertencimento”, pontua.

Com abordagem leve, o projeto passou por cidades com população entre 20 mil e 70 mil habitantes. Entre os municípios atendidos estão Andirá, Arapoti, Assis Chateaubriand, Bandeirantes, Coronel Vivida, Dois Vizinhos, Mandaguari, Mandirituba, Marialva, Ortigueira, Paiçandu, Palmas, Pitanga, Rio Negro, São Mateus do Sul e União da Vitória. As apresentações ocorreram gratuitamente em instituições voltadas ao atendimento de pessoas com deficiência, reunindo um público de 2.519 pessoas.

Ferramenta de inclusão e valorização

Nascido em ambiente circense, Robert Salgueiro acumula 26 anos de atuação na área e mais de oito anos de experiência com oficinas para pessoas com deficiência, em parceria com a Fundação de Assistência Social de Ponta Grossa. Ele explica que a escolha do público foi motivada pela necessidade de ampliar o acesso à cultura. “Há limitações relacionadas ao deslocamento, à acessibilidade e à oferta de conteúdos adaptados, além de fatores socioeconômicos”, observa.

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Segundo o artista, a circulação do projeto pelo estado permitiu ampliar o alcance das atividades. “O retorno do público demonstrou participação ativa de diferentes perfis, com envolvimento nas atividades propostas”, afirma. Ele acrescenta que o objetivo foi valorizar as potencialidades dos participantes. “A proposta é destacar as capacidades individuais e mostrar como as práticas circenses podem contribuir no cotidiano das instituições”, ressalta.

Oficinas de técnica circense

Além das apresentações, o projeto também promoveu 15 oficinas de técnicas circenses voltadas ao público PcD, professores e frequentadores das instituições. “As atividades incluíram práticas como malabares e monociclo adaptados, respeitando as características dos participantes”, explica Robert. Ao final, os participantes realizaram uma apresentação com o que aprenderam. Cerca de 450 pessoas participaram das oficinas, que tiveram duração de 60 minutos e 30 vagas por município.

*Com informações da assessoria
Yuri Silva
Autoria
Yuri Silva
Sou formado em Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Sou jornalista do portal BnT. Possuo aptidão em comunicação textual, verbal e afins. Possuo um apreço especial pelo jornalismo esportivo. Faço parte da equipe do BnT Esporte Clube.
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