No último confronto entre Vasco e Flamengo, a equipe cruz-maltina deu um susto logo no início da partida, quando Andrés Gómez quase abriu o placar ao acertar a trave. No entanto, a arbitragem assinalou impedimento, mantendo o empate inicial.
Nos momentos seguintes, o Flamengo assumiu o controle do jogo, pressionando a saída de bola do adversário. Sob a orientação de Filipe Luís, o time rubro-negro utilizou sua maior posse de bola para explorar a desorganização defensiva do Vasco, criando diversas oportunidades de gol, principalmente em jogadas aéreas. Contudo, as finalizações esbarraram nas boas intervenções do goleiro Léo Jardim ou na falta de precisão dos atacantes.
A equipe treinada por Fernando Diniz teve uma breve chance de respirar após uma oportunidade perdida por GB, mas após a parada técnica, a situação em campo permaneceu favorável ao Flamengo.
O cenário se complicou ainda mais para o Vasco no início da segunda etapa, quando Barros recebeu cartão vermelho após cometer falta em Carrascal. Com um jogador a menos, Diniz optou por retirar o atacante GB e reforçar a defesa com a entrada do volante Hugo Moura.
A partir desse momento, o jogo se transformou em um verdadeiro ataque contra defesa. O Flamengo estabeleceu seu domínio em campo, enquanto o Vasco se resguardava e tentava encontrar brechas para contra-atacar.
A abertura do placar ocorreu aos 23 minutos da segunda metade do jogo, quando a defesa vascaína falhou ao afastar uma bola e Carrascal aproveitou para marcar um golaço de voleio.
Após essa conquista, o Flamengo atuou com mais tranquilidade e passou a controlar completamente as ações da partida, pressionando constantemente a área defendida por Leo Jardim. Por sua vez, o Cruz-Maltino mostrou-se incapaz de reagir e não conseguiu ameaçar efetivamente o gol adversário.


















