Grávida aguarda parto há 13 horas e família pede socorro em PG
Gestante aguarda parto em Ponta Grossa há 13 horas, segundo familiares. Com a bolsa rompida, paciente relata dores e possível falta de vagas no hospital.

Uma gestante aguarda parto em Ponta Grossa há aproximadamente 13 horas, segundo denúncia encaminhada por familiares à redação do Portal BnT Online neste sábado (24). Thalys de Lima, de 28 anos, está no nono mês de gestação e permanece no Hospital Universitário Materno Infantil (HUMAI), conhecido como Hospital da Criança ou Hospitalzinho, após relatar o rompimento da bolsa amniótica e fortes dores. A família afirma que foi informada sobre a falta de vagas para a realização do parto ou transferência da paciente.
De acordo com os familiares, a bolsa da gestante teria rompido pouco depois da meia-noite. Desde então, ela estaria aguardando uma definição sobre o nascimento da bebê, enquanto enfrenta contrações e dores que, segundo seu relato, aumentam de intensidade.
A situação levou parentes a procurarem a reportagem do BnT Online para pedir ajuda e relatar preocupação com o estado de saúde da mãe e da criança.
Gestante relata demora e dificuldades para chegar ao hospital
Em mensagem encaminhada, Thalys contou que, após perceber o rompimento da bolsa, tentou conseguir transporte para receber atendimento médico. Segundo ela, diante da indisponibilidade de uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) naquele momento, decidiu ir ao hospital utilizando um carro por aplicativo.
A paciente afirma que permanece na unidade desde a madrugada e que está recebendo medicamentos para prevenir possíveis infecções, conforme a orientação que recebeu da equipe responsável pelo atendimento.
Ainda de acordo com a gestante, os profissionais realizam avaliações periódicas para verificar os batimentos cardíacos da bebê e acompanhar suas condições clínicas.
Apesar do monitoramento, a demora e a ausência de uma previsão para o parto têm causado preocupação à família.
Família afirma que hospital informou falta de vagas
Conforme os relatos encaminhados ao Portal BnT Online, o marido e outros familiares procuraram a equipe hospitalar diversas vezes em busca de esclarecimentos sobre a situação.
Segundo a família, a justificativa apresentada seria a indisponibilidade de vagas para a realização do procedimento ou para encaminhamento a outra unidade de saúde.
A gestante afirma que foi informada de que precisaria continuar aguardando no hospital, já que uma transferência também não estaria disponível naquele momento.
Os familiares demonstram preocupação com o tempo transcorrido desde o rompimento da bolsa e com a intensidade das contrações relatadas pela paciente.
Até o momento do relato, não havia confirmação sobre uma previsão de realização do parto, nem esclarecimento oficial sobre a disponibilidade de leitos ou a necessidade de uma cesariana.
Situação mobiliza familiares em Ponta Grossa
O caso ocorre no Hospital Universitário Materno Infantil, unidade vinculada à Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), localizada no bairro Estrela. O hospital é conhecido pela população como Hospitalzinho e presta atendimento nas áreas materno-infantil e obstétrica.
A demora relatada pela família chama atenção para a importância do acompanhamento médico e da avaliação individualizada de cada gestante, especialmente quando há rompimento da bolsa amniótica e presença de contrações.
A definição sobre a necessidade de cesariana, parto vaginal ou transferência depende de avaliação obstétrica, considerando as condições clínicas da mãe e do bebê. O rompimento da bolsa, isoladamente, não determina a realização de uma cesariana de emergência.
Família aguarda uma solução
Diante da situação, os familiares procuraram o BnT Online para dar visibilidade ao caso e solicitar providências.
A principal preocupação é que a gestante receba a assistência necessária e que haja uma definição médica segura para o nascimento da criança.
O caso depende de esclarecimentos oficiais do hospital sobre a situação da paciente, a disponibilidade de atendimento e os procedimentos adotados.
O Portal BnT Online acompanha o relato e poderá atualizar as informações conforme houver confirmação de novos detalhes sobre o atendimento e o estado de saúde da mãe e da bebê.
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