Na tarde desta quinta-feira (14), um homem de 31 anos foi preso em flagrante por violência doméstica no Hospital Universitário Materno Infantil (HUMAI), conhecido como Hospital da Criança, em Ponta Grossa. O caso ocorreu por volta das 16h50, enquanto o suspeito visitava o filho do casal, de 1 ano e 9 meses, que está internado na unidade hospitalar.
De acordo com informações, a vítima, uma mulher de 26 anos, contou que está separada do agressor há cerca de dois anos e que já teve uma medida protetiva em vigor contra ele. No entanto, essa medida estava expirada no momento da ocorrência. Ainda segundo o relato, durante a visita ao filho, o homem se aproximou dela e iniciou uma discussão. Em seguida, teria puxado seu cabelo, desferido um tapa no lado direito do rosto e causado um ferimento no antebraço esquerdo. A vítima também afirmou que o ex-companheiro quebrou seu celular e a ameaçou de morte.
No boletim de ocorrência, consta que, para se defender, a mulher pegou o capacete do suspeito e o jogou no chão, quebrando a viseira. Após as agressões, o homem deixou o local rapidamente, saindo em uma motocicleta Honda CB-300 de cor vermelha e preta. Ele vestia jaqueta preta, calça jeans e usava um capacete vermelho.
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Com as características do suspeito e da moto, repassadas pela vítima e por funcionários do hospital, a equipe GAT Delta da Guarda Civil Municipal iniciou as buscas. O homem foi localizado no bairro Cara-Cará, a cerca de uma quadra de sua residência, com a motocicleta desligada na via pública. Durante a abordagem, nada de ilícito foi encontrado, mas a vítima o reconheceu como autor da agressão. Ele recebeu voz de prisão, foi informado sobre seus direitos e conduzido à 13ª Subdivisão Policial (SDP) para as devidas providências.
Na delegacia, a Polícia Civil confirmou que a medida protetiva mencionada pela vítima estava vencida. A mulher manifestou interesse em solicitar uma nova proteção judicial. Fotos das lesões e do celular danificado foram registradas e anexadas ao boletim de ocorrência.
O homem permanece preso à disposição da Justiça, e o caso seguirá sob investigação. A Polícia Civil deve apurar todas as circunstâncias da agressão e avaliar a aplicação de novas medidas protetivas em favor da vítima.
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