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Justiça converte para prisão preventiva de 5 investigados pelo homicídio de Hugo Gabriel Moll em PG

Hugo Gabriel Moll foi morto em 19 de junho. Polícia diz que alvo era outro homem que estava no local e que crime foi planejado com um mês de antecedência.

Justiça converte para prisão preventiva de 5 investigados pelo homicídio de Hugo Gabriel Moll em PG
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A Polícia Civil de Ponta Grossa, informou que a Justiça deferiu representação policial e converteu a prisão temporária em prisão preventiva de cinco investigados pelo homicídio de Hugo Gabriel Moll e pela tentativa de homicídio contra João Victor Pereira. Os crimes ocorreram em 19 de junho de 2026, no interior de uma barbearia em Ponta Grossa.

De acordo com as investigações, Hugo foi morto por engano. O atentado seria direcionado a um indivíduo que estava na barbearia instantes antes do crime e que vinha sofrendo ameaças de morte. A Polícia Civil apontou ainda que o verdadeiro alvo possui envolvimento com o tráfico de drogas na região.

As apurações revelaram que o crime foi planejado com pelo menos um mês de antecedência e executado de forma estruturada.

A investigação identificou:

– Atirador: homem de 26 anos, apontado como o autor dos disparos que matou Hugo. Confessou participação.

– Condutor da motocicleta: homem de 27 anos, que deu fuga ao atirador. Também confessou.

– Mandante e coordenador logístico: homem de 34 anos, responsável por intermediar o contato entre o condutor e o executor, fornecer o armamento e orientar a ação.

– Apoiador logístico: homem de 25 anos, que forneceu abrigo e ponto de encontro para o executor, cooptou o atirador e guardou e ocultou as armas usadas no crime. Ele estava sob monitoração eletrônica por tornozeleira na época dos fatos.

– Mandante e articulador intelectual: empresário de 31 anos, que teria auxiliado no planejamento e introduzido o executor no contexto criminoso da região.

Os cinco permanecem presos à disposição da Justiça.

A Polícia Civil esclareceu ainda a situação de outros dois investigados, de 19 e 26 anos, que estavam presos temporariamente. Para eles, não houve representação pela conversão em preventiva. Segundo a corporação, embora haja indícios de que tinham ciência prévia do planejamento, o material analisado até o momento não comprova auxílio direto no homicídio.

A Polícia Civil aguarda a conclusão de diligências complementares, principalmente a análise dos dados dos celulares apreendidos, para definir com precisão o envolvimento dos dois.

As investigações entram na reta final e devem ser concluídas em breve, informou a 13ª SDP.

Leia também: Corpo em avançado estado de decomposição é encontrado em rio de Inácio Martins

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Matheus de Lara
Autoria
Matheus de Lara
Jornalista formado pelo Centro Universitário Santa Amélia (UniSecal) de Ponta Grossa. Graduado em dezembro de 2019, já trabalhou por dois anos em jornal impresso em conjunto com um portal de notícias. Atualmente exerce o cargo de jornalista no Portal Boca no Trombone, desde 13 de março de 2023.
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