Manifestação Justiça por Orelha reúne moradores e entidades no Lago de Olarias, em Ponta Grossa

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Fabiano Blageski
Fabiano Blageski
Radialista em Ponta Grossa, atuou em rádios, TV e sites, com experiência no microfone e nos bastidores. Apaixonado por comunicação, entretenimento e notícias, também é promoter de eventos, assessor de imprensa, destacando-se pela versatilidade e busca constante por aprendizado.
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A manifestação Justiça por Orelha reuniu centenas de moradores, voluntários e representantes de ongs no Lago de Olarias, em Ponta Grossa, neste domingo (1º). O ato foi marcado pelo uso de camisetas pretas, símbolo de luto e protesto, e teve como objetivo exigir agilidade nas investigações sobre o caso envolvendo o cachorro conhecido como Orelha, que gerou forte comoção em toda a região.

O encontro, realizado às 15h no estacionamento ao lado do CEA, mobilizou famílias, tutores de pets e defensores da causa animal. Muitas pessoas levaram cartazes pedindo justiça e reforçando a importância de políticas mais firmes contra maus-tratos. Para os organizadores, a presença da população “é a voz que o Orelha precisa”, representando não apenas esse caso específico, mas todos os animais vítimas de violência.

Após falas de lideranças das organizações de proteção animal, o grupo caminhou em torno do Lago de Olarias em uma manifestação pacífica. A mobilização destacou a necessidade de ampliar a proteção aos chamados “cães comunitários” — animais que vivem integrados ao bairro, sendo cuidados por moradores e comerciantes.

O caso reacendeu discussões que já avançam em diferentes estados. Em Santa Catarina, por exemplo, entrou em vigor a Lei nº 19.726, que reconhece e institui políticas públicas para cães e gatos comunitários, reforçando que a responsabilidade de cuidado é compartilhada entre sociedade e poder público. Para entidades ponta-grossenses, a legislação poderia inspirar medidas semelhantes no Paraná.

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A manifestação em Ponta Grossa teve como foco pedir celeridade no caso Orelha e cobrar ações mais efetivas na proteção dos animais. Representantes de ongs afirmam que ainda há falhas no atendimento, fiscalização e acolhimento, o que acaba deixando protetores independentes sobrecarregados. Moradores presentes reforçaram que a mobilização não é apenas por Orelha, mas por todos os animais que sofrem maus-tratos diariamente.

O ato reforça a crescente conscientização sobre a causa animal no município e deve gerar novos debates nas próximas semanas.

Leia também: Canil Lar precisa de ajuda para manter atendimento a mais de 200 animais em Ponta Grossa

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