Paciente que sobreviveu à tragédia na BR-373 segue na UTI em Ponta Grossa
Outros dois sobreviventes permanecem sob cuidados médicos: um adulto no Pronto Atendimento do HU e uma criança no Hospital Universitário Materno-Infantil

Três sobreviventes do grave acidente na BR-373, entre Ipiranga e Imbituva, permanecem internados em hospitais de Ponta Grossa nesta quinta-feira (20). A atualização foi divulgada pela equipe de Comunicação do Complexo Hospitalar Universitário da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).
De acordo com o boletim, dois pacientes adultos estão no Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais. Um deles permanece no Pronto Atendimento, enquanto o outro está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A criança sobrevivente segue recebendo atendimento no Hospital Universitário Materno-Infantil (Humai). O comunicado não apresentou novos detalhes sobre o quadro clínico ou a evolução dos três pacientes.
Outros sobreviventes foram levados para Ponta Grossa
O acidente aconteceu durante a madrugada de quarta-feira (19), no km 210 da BR-373. Um micro-ônibus da Secretaria Municipal de Saúde de Imbituva, que transportava pacientes de volta ao município após atendimentos médicos, colidiu com uma carreta.
A tragédia deixou 23 pessoas mortas no local, entre elas 21 adultos e duas crianças. Outras cinco pessoas sobreviveram e foram encaminhadas para unidades de saúde de Ponta Grossa.
- Leia também: Imbituva se despede das 22 pessoas mortas em trágico acidente; motorista do caminhão será sepultado em Castro
No atendimento inicial, a criança foi levada ao Humai. Dois adultos foram encaminhados ao Hospital Universitário Regional, enquanto outros dois sobreviventes receberam atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Santa Paula. O novo boletim do Complexo Hospitalar da UEPG não traz informações sobre os pacientes que haviam sido levados à UPA.
Investigação do acidente
Segundo informações preliminares apresentadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), a carreta teria invadido a pista contrária antes da colisão. Entre as hipóteses investigadas está a possibilidade de o motorista ter cochilado ao volante.
A PRF também informou que o tacógrafo do caminhão não estava funcionando adequadamente. O equipamento registra informações como velocidade, tempo de direção e períodos de descanso do motorista. As circunstâncias da tragédia continuam sendo apuradas pelas autoridades competentes.
Comentários
Nenhum comentário aindaCarregando comentários…
























