Projeto de Ponta Grossa é selecionado para eventos científicos
O projeto Eco-Filtro PET, idealizado pela professora Andresa Aparecida Meller Popik e estudantes da Escola Municipal Catarina Miró, em Ponta Grossa, foi selecionado para dois eventos científicos. A iniciativa nasceu da escuta da comunidade escolar e utiliza conceitos de aprendizagem baseada em problemas, cultura maker e inovação frugal.

Um projeto desenvolvido no Laboratório de Aprendizagem Criativa (LAC) da Escola Municipal Catarina Miró, em Ponta Grossa, foi selecionado para apresentação em dois eventos científicos. A iniciativa, chamada Eco-Filtro PET, é liderada pela professora Andresa Aparecida Meller Popik, responsável pelo LAC, em parceria com os estudantes da unidade. A proposta busca soluções simples e acessíveis para problemas reais, unindo educação ambiental, ciência e tecnologia.
A ideia nasceu a partir da escuta da comunidade escolar por meio de um questionário aplicado às famílias. A partir das respostas, professora e estudantes iniciaram um processo de investigação, pesquisa, levantamento de hipóteses, construção de protótipo, testes e avaliação. Esse caminho, segundo a fonte, permitiu que o projeto fosse moldado de acordo com as necessidades reais do entorno escolar.
Como o Eco-Filtro PET foi criado
O ponto de partida foi a aplicação de um questionário às famílias dos alunos. Com base nas respostas, a equipe identificou demandas e problemas que poderiam ser trabalhados em sala de aula. A partir daí, iniciou-se um ciclo investigativo que envolveu pesquisa bibliográfica, formulação de hipóteses e experimentação prática.
O protótipo do filtro foi construído com materiais simples e de baixo custo, característica central da inovação frugal. A professora Andresa conduziu o processo junto aos estudantes, que participaram ativamente de todas as etapas. A fonte não detalhou quais materiais específicos foram utilizados, mas destacou que a proposta valoriza a reutilização de itens acessíveis, como garrafas PET.
Os testes e avaliações foram realizados de forma colaborativa, permitindo ajustes no protótipo. Essa dinâmica é típica da cultura maker, que incentiva o aprender fazendo e a iteração constante. A transição entre a pesquisa inicial e a construção do filtro demonstrou o potencial pedagógico do laboratório criativo.
Metodologias ativas e inovação frugal
O projeto utiliza conceitos de Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL), cultura maker, educação ambiental, ciência, tecnologia e inovação frugal. A PBL coloca o estudante como protagonista na resolução de questões reais, enquanto a cultura maker estimula a criatividade e o uso de ferramentas manuais e digitais. A inovação frugal, por sua vez, busca soluções eficientes com recursos limitados.
Essa combinação metodológica permitiu que os alunos desenvolvessem habilidades como pensamento crítico, colaboração e resolução de problemas. A educação ambiental permeou todo o processo, conectando o conteúdo escolar a questões de sustentabilidade e preservação de recursos hídricos. A fonte não especificou a série ou idade dos estudantes envolvidos.
A professora Andresa Aparecida Meller Popik contou com contribuições de professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e da UniCesumar. Essas parcerias agregaram conhecimento técnico e científico ao projeto, ampliando seu alcance e rigor metodológico. A colaboração entre escola e universidade é um diferencial importante para a qualidade da iniciativa.
Seleção para eventos científicos
O Eco-Filtro PET foi aceito em dois eventos científicos, cujos nomes não foram divulgados pela fonte. A confirmação representa um reconhecimento do trabalho desenvolvido no LAC e da relevância da proposta para a comunidade escolar. A participação nesses eventos permitirá a troca de experiências com outros projetos e pesquisadores.
Além dos dois eventos já confirmados, o Eco-Filtro PET foi inscrito em outras iniciativas científicas e mostras de ciência e inovação que ainda estão em processo de avaliação. A expectativa é que o projeto possa ser apresentado em novos espaços, ampliando sua visibilidade e impacto. A fonte não informou prazos ou resultados dessas avaliações pendentes.
A seleção para eventos científicos é um marco para a Escola Municipal Catarina Miró e para o Laboratório de Aprendizagem Criativa. Ela evidencia que práticas pedagógicas inovadoras, baseadas na escuta da comunidade e no uso de metodologias ativas, podem gerar resultados concretos e reconhecidos externamente. O projeto também inspira outras escolas da rede municipal a investirem em iniciativas semelhantes.
Impacto na comunidade escolar
O Eco-Filtro PET nasceu da escuta ativa das famílias, o que fortalece o vínculo entre escola e comunidade. Ao responder o questionário, os pais e responsáveis puderam apontar problemas que afetam seu cotidiano, como a qualidade da água ou a gestão de resíduos. Essa participação inicial foi fundamental para dar direção ao projeto.
O envolvimento dos estudantes em todas as etapas, da pesquisa à avaliação, promoveu um aprendizado significativo e duradouro. Eles não apenas adquiriram conhecimentos técnicos, mas também desenvolveram autonomia e responsabilidade social. A cultura maker, nesse contexto, mostrou-se uma ferramenta poderosa para engajar os jovens.
A parceria com a UEPG e a UniCesumar também aproximou a escola do ambiente acadêmico, abrindo portas para futuras colaborações. A fonte não detalhou a natureza exata dessas contribuições, mas destacou que foram relevantes para o desenvolvimento do projeto. O reconhecimento em eventos científicos tende a motivar ainda mais a comunidade escolar.
Próximos passos e expectativas
Com a confirmação nos dois eventos científicos, a equipe do Eco-Filtro PET se prepara para apresentar o projeto a um público especializado. A expectativa é receber feedbacks que possam aprimorar o filtro e ampliar sua aplicação. A participação em mostras de ciência e inovação também pode render novas parcerias e recursos.
As inscrições em outras iniciativas científicas seguem em avaliação, e a comunidade aguarda os resultados. Caso aprovado, o projeto terá a chance de circular em diferentes espaços, levando a experiência de Ponta Grossa para outras regiões. A fonte não informou se há planos de patente ou produção em escala do filtro.
O Portal Boca no Trombone continuará acompanhando o desenrolar dessa história e trará atualizações assim que novas informações forem divulgadas. Enquanto isso, a trajetória do Eco-Filtro PET serve de exemplo de como a educação pública pode inovar com recursos limitados e muita criatividade. Para mais notícias sobre educação e ciência em Ponta Grossa, continue navegando pelo nosso portal.
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