Sengés: Condenado por homicídio e “tribunal do crime” é apreendido pela terceira vez
PC de Sengés captura, pela 3ª vez, jovem de 18 anos condenado por execução no “tribunal do crime” e tráfico; ação teve apoio da GCM e PM na Vila São Pedro.

Em uma operação conjunta realizada na manhã desta quarta-feira (29), a Polícia Civil de Sengés, com o apoio da Guarda Civil Municipal (GCM) e da Polícia Militar (PM), cumpriu um mandado de busca e apreensão contra um jovem de 18 anos considerado de alta periculosidade. O rapaz é condenado por crimes graves, incluindo homicídio qualificado, tentativa de homicídio, tráfico de drogas e associação criminosa.
Tentativa de Fuga e Captura
A ação policial ocorreu em uma residência na Rua da Linha, localizada no bairro Vila São Pedro. Ao perceber a chegada das viaturas, o indivíduo tentou fugir a pé, mas foi cercado e capturado pelas equipes que realizavam o cerco no perímetro.
Esta é a terceira vez que o jovem é apreendido pela Polícia Civil de Sengés pelos mesmos fatos. Em ocasiões anteriores, ele havia sido colocado em liberdade devido a questões processuais e benefícios previstos na legislação para crimes cometidos durante a menoridade.
Crimes de Extrema Violência: O “Tribunal do Crime”
O histórico criminal do jovem impressiona pela frieza. Ele foi condenado como o executor direto de um homicídio ocorrido em 2025, em um contexto de “tribunal do crime”.
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Motivação: A vítima foi executada por supostamente ter furtado entorpecentes de um ponto de tráfico.
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Modus Operandi: O crime foi premeditado e ordenado por lideranças do tráfico local.
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Tentativa de Homicídio: O jovem também é condenado por atacar uma pessoa próxima à vítima fatal. Na ocasião, ele só parou as agressões porque acreditou que o alvo já estava morto.
Desfecho da Investigação
Com esta apreensão, a Polícia Civil de Sengés conclui a responsabilização de todos os envolvidos no esquema criminoso. Ao todo, sete pessoas foram presas ou apreendidas durante o curso das investigações.
Nota da Polícia: A autoridade policial reforça que, embora o jovem agora tenha 18 anos, ele cumpre medidas socioeducativas baseadas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), já que os crimes foram cometidos antes da maioridade. Por lei, ele poderá permanecer internado em um CENSE por até três anos ou até completar 21 anos de idade.
A PCPR destaca que a elucidação desses casos demonstra a eficácia do trabalho integrado e reforça o pedido para que a população continue colaborando com denúncias anônimas, ferramentas essenciais para manter a segurança no município.
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