Adolescente se entrega após atentado que matou duas pessoas em Campo Mourão
Adolescente se entrega após atentado em Campo Mourão que deixou dois mortos e três feridos. Polícia Civil investiga a participação de outras pessoas.

O adolescente responsavel pelo atentado em Campo Mourão se entregou nesta segunda-feira (20), ao comparecer espontaneamente à 16ª Subdivisão Policial (16ª SDP). Durante depoimento à Polícia Civil, o jovem de 15 anos confessou ser o autor dos disparos que deixaram duas pessoas mortas e outras três feridas na noite da última sexta-feira (17). Além da confissão, ele entregou aos investigadores a arma de fogo utilizada na ação.
Segundo a Polícia Civil, o adolescente afirmou que o crime teve como motivação uma vingança contra Veridiana Gaya Menin Machado Sate, uma das pessoas atingidas durante o ataque. A informação foi registrada durante o interrogatório realizado na delegacia.
A arma entregue pelo adolescente será encaminhada para perícia e passará por exames balísticos. Os resultados serão comparados aos vestígios recolhidos na cena do atentado para confirmar se o armamento foi utilizado nos disparos registrados na ocorrência.
O atentado aconteceu na noite de sexta-feira (17) e mobilizou equipes da Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Científica. A ação resultou na morte de duas pessoas e deixou outras três feridas, causando grande repercussão em Campo Mourão.
Investigação continua
Desde o atentado, as forças de segurança realizaram diligências para identificar os envolvidos, chegando ao adolescente como principal suspeito da autoria dos disparos.
Com a apresentação espontânea, a confissão e a entrega da arma, a Polícia Civil dá continuidade às investigações para esclarecer toda a dinâmica do crime. Os investigadores também buscam identificar se outras pessoas tiveram participação no atentado ou contribuíram de alguma forma para sua execução.
De acordo com a corporação, novas informações deverão ser divulgadas após a conclusão das perícias técnicas e dos demais procedimentos investigativos.
Como o caso envolve um adolescente, os trâmites seguem conforme as normas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), preservando os procedimentos legais aplicáveis aos atos infracionais.
























