Em entrevista ao BnT! Online, o especialista Gustavo Gomes, integrante da equipe da Pellissari Soluções, explicou como o sistema GLPI tem ajudado empresas de todos os portes a organizar processos, mapear ativos de tecnologia e otimizar o tempo da equipe — evitando que pequenos problemas se tornem grandes prejuízos.
Confira as últimas notícias sobre Ponta Grossa (Clique aqui).
Logo no início da conversa, Gustavo deixou claro seu papel dentro da empresa. “Eu fui contratado como especialista de GLPI. Sou um dos responsáveis pela implementação e sustentação da ferramenta aos clientes da Pellissari”, explica.
O que é o GLPI?
Segundo o especialista, o GLPI é muito mais do que um simples gerenciador de computadores. “Ele começou com o intuito de fazer o gerenciamento de ativos de TI. Hoje, faz o gerenciamento de demandas altas, médias e baixas, atendendo todos os setores da empresa”, afirma.
Gustavo reforça que o sistema funciona como um grande organizador. “Ele vem para resolver o caos. Quando a empresa recebe demandas por vários meios — WhatsApp, e-mail, telefone — e não tem indicadores, o GLPI organiza tudo”, aponta.
Quando a empresa percebe que precisa da ferramenta?
De acordo com ele, o principal sinal é simples: desorganização. “A empresa percebe que precisa do GLPI quando começa a ver o caos”, pondera. “Um exemplo clássico: computadores fantasmas. O equipamento existe, está em algum lugar, mas ninguém sabe quem usa, quais programas tem ou qual o nível de uso”, ressalta.
A ferramenta, segundo Gomes, não se limita à TI. “Ele pode gerenciar TI, RH, administrativo, documentação, contratos [e afins]. Tudo o que envolve processos e ativos”, complementa.
Sinal de alerta: erros comuns
Gustavo explica que muitas empresas tentam usar o GLPI por conta própria, mas esbarram em erros básicos. “O grande erro é achar que dá para instalar e sair usando. O GLPI exige premissas, organização e boas práticas. Ele abriga tudo que é necessário para utilizar as boas práticas do ITIL dentro dele”, diz.
Por isso, ele recomenda contar com especialistas. “Cada um tem sua especialidade. Se você tem uma empresa que é especialista em TI, procure ajuda. Fica muito mais difícil apagar o incêndio depois que ele começou”, pontua.
Benefícios diretos para o empresário
Para Gomes, duas vantagens se destacam. “A primeira é o índice. O empresário precisa de informação para saber para onde vai. A segunda é a organização. Um ambiente organizado facilita até estar alinhado com a LGPD”, afirma.
Ele lembra que o GLPI é útil para qualquer área. “Toda empresa que quer escalar e otimizar sua operação merece uma ferramenta poderosa como o GLPI”, assegurou.
Até segmentos pequenos podem se beneficiar. “Um pet shop, por exemplo, pode ter computadores, contratos, ligações de clientes [e afins]. Tudo isso pode ser gerido dentro do GLPI e ainda gerar informação”, ressalta.
Pellissari: soluções antes que o problema aconteça
Ao final da entrevista, o especialista deixou um recado direto aos empresários. “A Pellissari tem um combo de ofertas muito bom para quem precisa de uma empresa de TI por trás da operação. A dica mais pragmática é: o jeito Pellissari de trabalhar, junto com o GLPI, é indispensável para qualquer um”, pontua.
Ele reforça que o objetivo da empresa é antecipar problemas. “É muito pior apagar o incêndio quando ele já começou do que resolver antes”, acrescenta.
A Pellissari Soluções possui sede em Ponta Grossa e atende clientes em todo o país, oferecendo especialistas para implementação, suporte e organização completa da estrutura de TI.
A entrevista completa está disponível aqui:


















