Após operação do GAECO, PM diz não compactuar com crimes cometidos por policiais

Após operação do GAECO, PM diz não compactuar com crimes cometidos por policiais

Um policial militar é suspeito de integrar o grupo responsável por execuções

Carlos Ozório 29.06.2022 07h45

Na manhã de ontem, terça-feira (28), uma grande operação do GAECO resultou em diversos cumprimentos de Mandados de Prisão e Busca e Apreensão em endereços de suspeitos em participar de uma quadrilha responsável por inúmeras mortes e execuções na cidade de Ponta Grossa e região.

Entre os alvos da operação, estava um policial militar, lotado no 1º Batalhão de Polícia Militar, o qual de acordo com o Ministério Público do Paraná, seria o responsável por enviar “informações privilegiadas e sigilosas, contribuindo para o tráfico e as mortes”.

O Comando do 1ºBPM emitiu uma nota confirmando que o endereço do policial militar foi alvo de mandados de Prisão e Busca e Apreensão, além do policial ser afastado de suas funções. No comunicado a Polícia Militar afirma não compactuar com quaisquer práticas de delitos envolvendo membros da corporação.

Confira a nota:

Na manhã de 28 de junho de 2022, após Operação conjunta entre o Ministério Público do Paraná, Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e a Polícia Civil do Paraná, foi deflagrada a Operação PAX. Essa Operação resultou em cumprimentos de Mandados de Prisão e Busca e Apreensão em diversos endereços. Desses mandados de Busca e Apreensão em um dos endereços foi ainda cumprido um mandando de suspensão da função pública de um Policial Militar integrante do 1º BPM. Toda a ação foi acompanhada pela Corregedoria da Polícia Militar do Paraná. Ressalta-se que a Polícia Militar não compactua com qualquer prática delituosa de seus membros. Após cumprido os mandados, as investigações terão prosseguimento, sendo conduzidas pelo Ministério Público do Paraná.

COMUNICAÇÃO SOCIAL DO 1º BPM. 

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