Arautos do Evangelho de PG divulgam posicionamento oficial sobre acusações e livro recém-lançado

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Yuri Silva
Yuri Silva
Sou formado em Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Sou jornalista do portal BnT. Possuo aptidão em comunicação textual, verbal e afins. Possuo um apreço especial pelo jornalismo esportivo.
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Os Arautos do Evangelho de Ponta Grossa (Capela São Paulo Apóstolo) divulgaram um posicionamento voltado a esclarecer acusações, processos e especulações que marcaram a trajetória recente da associação no país. O pronunciamento resgata especialmente a participação do cardeal brasileiro Dom João Braz de Aviz, que foi bispo de Ponta Grossa entre 1998 e 2002 e posteriormente ocupou o Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada. Segundo os Arautos, o cardeal teria desempenhado, mesmo sem intenção, um papel decisivo para demonstrar a integridade do fundador Monsenhor João e da instituição.

 

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Durante oito anos, afirmam os membros, Braz de Aviz teria buscado esclarecer supostas irregularidades sem conseguir provar qualquer acusação. Para os Arautos, esse processo acabou fortalecendo a percepção pública de inocência do grupo, já que nenhuma das investigações civis ou canônicas resultou em condenação — todas as mais de 30 ações foram arquivadas ou resultaram em absolvição.

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A manifestação acompanha o lançamento do livro “A Comissão dos Arautos do Evangelho: Cronologia dos Eventos 2017-2025”, publicado recentemente em italiano. Com mais de 700 páginas, sendo um terço composto por documentos originais, o volume reconstrói a cronologia da visita apostólica de 2017, a decisão de 2019 que colocou a instituição sob administração especial e os desdobramentos que se estendem até hoje.

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O texto contextualiza o caso dentro de uma série de conflitos internos da Igreja Católica sob o pontificado do Papa Francisco, citando outros episódios como o da Sodalitium Christianae Vitae. Para os autores, os Arautos do Evangelho enfrentam uma situação que se arrasta sem justificativas oficialmente apresentadas, limitando ordenações, abertura de novas casas e recebimento de novos membros desde 2019.

O livro também aborda acusações recorrentes, como desobediência a determinações do Vaticano, supostas práticas de exorcismo fora das normas e acolhimento de menores. Os autores argumentam que todas essas questões foram esclarecidas e que decisões extremas teriam sido tomadas sem base documental consolidada.

Os Arautos afirmam que continuam sem respostas claras sobre os motivos da intervenção e esperam que o pontificado do Papa Leão XIV conduza uma revisão justa, transparente e baseada no acesso aos documentos oficiais. Segundo a instituição, a superação das tensões internas da Igreja passa pela escuta mútua e pela busca de comunhão, deixando de lado disputas ideológicas.

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