Bebê que aguardava transferência em PG deixa intubação e apresenta melhora no hospital
Bebê transferida para Curitiba após apelo da mãe apresenta melhora, deixa intubação e segue em recuperação no hospital.

A bebê Ashley, de 6 meses, que aguardava uma transferência hospitalar enquanto estava internada em Ponta Grossa, conseguiu ser encaminhada ao Hospital Regional Infantil Waldemar Monastier, em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, e apresenta evolução positiva no quadro de saúde. Segundo a mãe, a menina já deixou a intubação, não está mais sedada e segue em recuperação na unidade especializada.
O caso havia sido divulgado pelo Portal BnT na noite de quinta-feira (20), quando a família procurou a reportagem pedindo ajuda para conseguir uma ambulância com suporte adequado para realizar a transferência. Na ocasião, Ashley estava internada no Hospital Universitário Materno-Infantil (HUMAI), em Ponta Grossa, após agravamento de um quadro de bronquiolite.
A criança já possuía uma vaga disponibilizada para transferência ao Hospital Regional Infantil Waldemar Monastier, localizado em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. A preocupação da família naquele momento era conseguir o transporte adequado para que a bebê não perdesse a vaga.
Ashley apresenta evolução positiva
Nesta sexta-feira (28), a mãe da criança conversou novamente com o Portal BnT e trouxe boas notícias sobre o estado de saúde da filha.
“Graças a Deus ela está evoluindo bem. Ela já saiu dos tubos e está só com ventilação. Está evoluindo super bem e já não está mais sedada”, contou.
A mãe explicou ainda que a recuperação deverá exigir mais alguns dias de internação e acompanhamento especializado.
“Pelo que nós entendemos, eu ainda vou ficar mais uns 20 dias aqui com ela. Mas, graças a Deus, ela está se curando”, afirmou.
A evolução representa uma mudança importante em relação ao quadro relatado inicialmente. Quando a família procurou o BnT, Ashley havia precisado ser intubada devido à evolução do quadro respiratório e necessitava de transferência com estrutura de UTI durante o deslocamento.
Pedido por ambulância mobilizou família
Na primeira publicação, a mãe ressaltou que Ashley estava recebendo atendimento adequado no HUMAI e explicou que o pedido de ajuda não era uma reclamação contra o hospital. A urgência estava relacionada exclusivamente à necessidade de conseguir uma ambulância equipada para realizar a transferência até o hospital infantil.
Ashley também possui síndrome de Down e vinha necessitando de suporte de oxigênio desde o agravamento do quadro de bronquiolite.
Agora, já transferida e recebendo atendimento especializado, a bebê apresenta sinais positivos de recuperação. Apesar da previsão de permanência hospitalar por aproximadamente mais 20 dias, conforme relatado pela mãe, a família comemora principalmente o fato de Ashley não estar mais sedada e ter deixado a intubação.
O Portal BnT deseja pronta recuperação à pequena Ashley.
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