Bola Rolando – Classificação de gente grande; Fantasma mostra força no Paranaense

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Segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026. Entro no ar com aquela sensação boa de quem acompanhou um final de semana cheio de futebol — e de histórias para contar. No Bola Rolando de hoje, quero dividir com você não só o que aconteceu, mas como eu, daqui da nossa trincheira esportiva no BnT, vi a classificação emocionante do Operário Ferroviário para a final do Campeonato Paranaense.

E que final de semana, hein? O Fantasma foi até o Alto da Glória e encarou o Coritiba no Couto Pereira com quase 20 mil pessoas empurrando o time da casa. Mas quem brilhou mesmo foi o Operário. E não falo apenas do resultado — falo da postura, da coragem e da maturidade que o time apresentou.

Confira o episódio na íntegra aqui:

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O empate em 2 a 2 no tempo normal foi só uma amostra do jogaço. O primeiro gol do Operário saiu aos 48 minutos do primeiro tempo: Boschilia puxou pela direita, achou espaço e colocou a bola para Léo Gaúcho soltar um chute daqueles que a gente guarda na memória: ângulo, precisão, confiança. O tipo de gol que muda ambiente.

Só que o segundo tempo mal começou e o Coritiba empatou. E aí, meu amigo, foi aquele sobe-e-desce emocional. Quando o Operário retomou a frente com o gol do Aylon — de cabeça, no canto, daqueles típicos do atacante oportunista — parecia que o jogo tomava um rumo. Mas três minutos depois, Lucas Ronier igualou tudo de novo.

E assim foi até o fim: correria, tensão e oito minutos de acréscimo. No pênaltis, o Fantasma mostrou o que tem de mais valioso hoje: equilíbrio. Teve defesa, teve bola na trave do adversário e, no fim, teve Matheus Trindade fechando a conta e carimbando o passaporte para a final.

Do meu ponto de vista, o Operário foi superior ao Coritiba no tempo normal. Criou mais, finalizou melhor e soube controlar emocionalmente um jogo pesado. Léo Gaúcho fez talvez sua melhor partida até aqui. Aylon, Alberto, Miranda — todos em sintonia. Vagner? Seguro. O time inteiro jogou com personalidade.

Ontem, acompanhando de longe, vi o Londrina surpreender de novo: 1 a 0 no Athletico, na Arena da Baixada, eliminando o favorito e garantindo a vaga na final. Um Londrina fechado, aplicado, com uma defesa impecável — e um Kozlinski inspirado. É um time difícil de furar. Não por acaso, segue invicto no Paranaense.

Agora, a Federação bateu o martelo: primeiro jogo no Germano Krüger, sábado, 28 de fevereiro, às 16h. A volta, dia 7 de março, no Estádio do Café. No meio disso tudo, a tal “maratona” da Copa do Brasil para ambos os finalistas. O Londrina encara nesta quarta-feira (25) o Penedense no Café e o Fantasma encara o Betim na quarta da próxima semana, dia 04 de março, em Minas Gerais.

E eu digo aqui, com a franqueza da coluna: se o Operário mantiver a postura que teve no Couto Pereira, chega muito vivo à decisão. O Londrina tem organização e solidez defensiva, mas o Fantasma, hoje, tem algo que pesa: fase. O time cresceu na hora certa.

E olha que ironia: quem esperava Atletiba na final vai ver o interior tomando o protagonismo. E, sinceramente? Isso faz bem para o futebol paranaense.

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Pelo Brasil, ainda acompanhei os duelos de ontem pelo Paulistão. Novorizontino tirando o Santos no apagar das luzes, e Corinthians avançando nos pênaltis contra a Portuguesa. Tudo isso arredondou um domingo daqueles que deixam a segunda-feira com gosto de bola rolando o dia inteiro.

E por falar nisso, estarei de volta das 11h ao meio-dia no BnT Esportes, aqui no portal e também na Rádio Cescage 107.7 FM. Porque semana de decisão começa no ar — e segue até o apito final.

Grande abraço e até logo mais!

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