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Bola Rolando – Falta de gols volta a travar o Operário em casa

Hoje, segunda-feira, 27 de abril de 2026, começo mais um comentário aqui no portal BnT, como fazemos de segunda a sexta. E não tem como fugir do assunto: o empate do Operário com o Fortaleza em 0 a 0, no Germano Krüger. Vou direto ao ponto: o Operário foi melhor que o Fortaleza. Confira o […]

Bola Rolando – Falta de gols volta a travar o Operário em casa
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Hoje, segunda-feira, 27 de abril de 2026, começo mais um comentário aqui no portal BnT, como fazemos de segunda a sexta. E não tem como fugir do assunto: o empate do Operário com o Fortaleza em 0 a 0, no Germano Krüger.

Vou direto ao ponto: o Operário foi melhor que o Fortaleza.

Confira o episódio completo aqui:

O primeiro tempo foi equilibrado. O Fortaleza começou mais agressivo, pressionando logo nos minutos iniciais e levando perigo com finalizações que exigiram atenção do goleiro Vagner. Mas, a partir dos 13 minutos, o Operário reagiu. Teve boas chegadas com Boschilia, Diniz e companhia, criando chances reais de gol. Ainda assim, faltou eficiência.

Do outro lado, o Fortaleza também teve suas oportunidades, como a finalização de Pochettino e uma falha grave do Índio que quase resultou em gol. Foi um jogo aberto, mas sem definição.

No segundo tempo, aí sim, o Operário tomou conta. Voltou melhor, dominou as ações e empurrou o Fortaleza para trás. E, na minha leitura, o time visitante passou a apostar claramente no antijogo, segurando o ritmo e buscando o empate — que, no fim, era exatamente o que queria.

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E o Operário? Criou, criou e criou… mas não fez.

Teve chute do Pablo que era gol certo, salvo por Vinicius Silvestre. Teve bola do Berto, sozinho, praticamente dentro da pequena área, que ele conseguiu perder — inacreditável. Teve finalização do Neto Paraíba no ângulo, mais uma vez defendida.

Aliás, é justo dizer: Vinicius Silvestre foi o nome do jogo. Mas também é justo afirmar que o Operário perde para si mesmo.

O problema é claro e recorrente: finalização. O time cria, mas não conclui. E isso está custando caro.

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Individualmente, alguns jogadores seguem devendo. Índio marca bem, mas erra demais na saída de bola. Vinícius Diniz caiu de rendimento. Torres e Berto oscilam muito. Aylon é útil, mas pouco decisivo. Por outro lado, nomes como Pedrinho Vilhena e Neto Paraíba pedem mais espaço.

Defensivamente, não há o que discutir: o Operário é sólido, consistente, difícil de ser vazado. Mas o meio de campo ainda tem problemas sérios na transição, e o ataque não resolve.

Na tabela, o time está ali no meio — poderia estar brigando lá em cima, mas o baixo número de gols pesa. Está a três pontos do líder e a três da zona de rebaixamento. Ou seja: tudo muito aberto.

Agora, o foco é claro. O próximo jogo é contra o Londrina, em casa. É obrigação vencer. Não só pelos pontos, mas para dar uma resposta — principalmente naquilo que mais incomoda: a falta de gols.

Porque futebol é simples. Quem não faz… paga o preço.

Ivan Vinícius
Autoria
Ivan Vinícius
Equipe de jornalismo do BnT Online, cobrindo Ponta Grossa e os Campos Gerais.
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