Hoje é terça-feira, 24 de março de 2026. E, como de costume, começo mais um dia mergulhado no noticiário esportivo, acompanhando de perto tudo o que envolve o nosso Operário Ferroviário — um time que, nesta temporada, segue vivo, competitivo e chamando atenção em diferentes frentes.
Ontem, o Operário conheceu seu adversário na quinta fase da Copa do Brasil. E não é qualquer confronto: pela frente, o Fluminense. Uma fase já bastante relevante, com jogos de ida e volta, reunindo clubes da Série A e também aqueles que, como o Fantasma, batalharam desde as etapas iniciais. Chegar até aqui não é simples — e o clube já acumula uma premiação significativa, ultrapassando a casa dos R$ 6,5 milhões.
Confira o episódio completo aqui:
Agora, o desafio cresce. Se avançar, o Operário garante mais R$ 3 milhões em premiação. O primeiro duelo deve acontecer no Estádio Germano Krüger, entre os dias 21 e 23 de abril, enquanto a volta será no Maracanã, em maio. Datas e horários ainda serão confirmados pela CBF, mas o cenário já está posto: é confronto grande, de visibilidade nacional.
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Mas o calendário não para. E é justamente isso que mais chama atenção neste momento. O Operário entra em campo hoje, às 19h, contra o Caxias, no Estádio Centenário, em Caxias do Sul, pela Copa Sul-Sudeste. Uma competição que, na minha leitura, vai além dos resultados imediatos — ela serve como termômetro para o elenco.
A delegação já está em solo gaúcho, embora algumas definições tenham ficado para última hora. A escalação, como de costume, só deve ser confirmada próximo da bola rolar. E isso tem um motivo claro: a tendência é de um time mesclado. Nem totalmente titular, nem completamente alternativo.
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O detalhe curioso — e que muda um pouco o cenário — é que o técnico principal, Luzinho Lopes, não acompanhou a equipe. Quem assume o comando na área técnica hoje é Thiago Schumacher, das categorias de base, ao lado do auxiliar Cezinha. Uma escolha que reforça justamente essa ideia de observação, de dar minutos e testar variações.
No meio disso tudo, sigo vendo um Operário estratégico. Um clube que sabe onde quer chegar. Está vivo em três competições: Copa do Brasil, Copa Sul-Sudeste e, principalmente, a Série B do Campeonato Brasileiro — essa, sim, o grande objetivo da temporada.
E aqui entra um ponto importante: o discurso interno é claro. Primeiro, garantir os 45 pontos e a permanência. Mas ninguém esconde que o sonho vai além. Ainda mais com a possibilidade ampliada de acesso, que agora pode contemplar até seis clubes.
O que vejo é um Operário consciente, com planejamento e ambição na medida certa. E jogos como o de hoje ajudam a entender quem realmente pode contribuir ao longo dessa caminhada.
Seguimos acompanhando de perto.
Porque a temporada está só começando — e promete. Até mais!