Bola Rolando – Operário e Fluminense travam duelo estratégico e empatam sem gols em PG
Fala, torcedor! Hoje é sexta-feira, 24 de abril de 2026, e estamos dando o pontapé inicial no Bola Rolando deste final de semana aqui na Rádio Cescage 107.7 FM. O assunto não poderia ser outro: o embate de ontem pela quinta fase da Copa do Brasil entre Operário Ferroviário e Fluminense, no nosso querido Germano […]

Fala, torcedor! Hoje é sexta-feira, 24 de abril de 2026, e estamos dando o pontapé inicial no Bola Rolando deste final de semana aqui na Rádio Cescage 107.7 FM. O assunto não poderia ser outro: o embate de ontem pela quinta fase da Copa do Brasil entre Operário Ferroviário e Fluminense, no nosso querido Germano Krüger.
Um Show de Organização
Antes de falarmos da bola no pé, preciso destacar o espetáculo fora das quatro linhas. O Operário deu um show de gestão. O evento foi impecável, muito bem organizado em todos os departamentos, refletindo-se em um público excelente: 8.666 pagantes para um total de 9.244 presentes.
Confira o episódio completo aqui:
Considerando que a capacidade atual do “GK” gira em torno de 10.500, estivemos bem próximos do limite real. Fica o registro: para pensarmos em Série A, precisamos ampliar em cerca de 1.500 lugares para atingir os 12 mil exigidos pela CBF. Mas, como evento esportivo, a nota é 10.
O Jogo: Estratégia Sobre a Técnica
Já dentro de campo… bem, o jogo foi mais transpiração do que inspiração. Se o primeiro tempo foi nota 4, a etapa final subiu para uns 6, fechando uma média de 5.5. Vimos duas equipes visivelmente preocupadas em não sofrer gols.
O técnico Luizinho Lopes foi pragmático — e estava certo. Ele confia na sua defesa, que é de nível de Série B, mas segura o tranco até na elite. No primeiro tempo, Miranda foi gigante; no segundo, Cuenú acordou para o jogo e os dois dominaram a área. O setor defensivo foi, sem dúvida, o ponto alto do Fantasma.
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Por outro lado, o meio de campo ainda esbarra em limitações. O volante Índio é um “leão” na marcação, nota 10 no combate, mas quando a bola está no pé… a distribuição é complicada. Erra passes curtos, joga muito para o lado e para trás, travando o fluxo que um jogo amarrado como o de ontem exigia.
O “Ferrolho” de Zubeldía
O Fluminense de Zubeldía veio a Ponta Grossa com um único objetivo: não perder. Jogou com três volantes o tempo todo. Mesmo quando perdeu Martinelli logo cedo, colocou Otávio — um marcador “caneludo” que pouco cria. O time carioca ficou engessado. Só melhorou um pouco aos 23 do segundo tempo, com a entrada de Arana na lateral, trazendo mais verticalidade.
Sentiu-se, e muito, a falta de Bernal, Lucho Acosta, Savarino e Germán Cano. Sem esse quarteto, o Flu vira um time comum de meio de tabela de Série A.
O Milagre de Fábio
O lance que poderia ter mudado a história aconteceu aos 9 minutos do segundo tempo. Berto fez grande jogada pela direita, limpou dois e serviu Boschilia (que jogou com muita raça, embora tecnicamente ainda busque o ritmo ideal). O chute de Boschilia foi espetacular, buscando o ângulo direito, mas Fábio mostrou por que é um dos maiores do país: uma defesa extraordinária para mandar para escanteio. E foi só.
O Que Vem Pela Frente
O zero a zero foi justo e a decisão fica para o Maracanã, onde o Fluminense costuma ser o dono da casa. Enquanto isso, o Operário se prepara para uma sequência de “pedreiras”:
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Domingo: Fortaleza (vice-líder da Série B);
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Meio de semana: Sampaio Corrêa (RJ) pela Sul-Sudeste;
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Próximo domingo: Londrina, também pela Série B.
O elenco está pronto, com Vagner mostrando que vive fase melhor que Elias sob as traves. A maratona é forte e o desafio é grande!
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Para mais detalhes, espero vocês das 11h às 12h no BnT Esportes. Um grande abraço e até lá!























