Olá, minha gente! Hoje é quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026, e ela chega daquele jeito: carregada de expectativa, principalmente para quem acompanha o nosso Operário Ferroviário. É dia de notícia, de análise e, claro, de projetar o que vem aí no caminho do Fantasma.
Confira o episódio na íntegra aqui:
Começo falando sobre o jogo de ontem à noite, válido pela primeira fase da Copa do Brasil. Betim e Piauí se enfrentaram lá mesmo em Betim, cidade colada em Belo Horizonte — são só 26 quilômetros. O Betim fez valer o mando, venceu por 1 a 0 e avançou de fase. E por que isso importa pra gente? Porque o adversário deles agora é justamente o Operário Ferroviário.
O jogo já tem data e hora: 4 de março, uma quarta-feira, às 18h, lá em Betim (MG) — que, aliás, tem mais de 400 mil habitantes e está firme no radar do Operário para essa estreia na Copa do Brasil 2026. Um jogo grande, valioso e que já mexe com toda a preparação do elenco.
E falando em preparação, hoje à tarde teremos apresentação do Pablo, que participa de entrevista coletiva, assim como o Índio. Tudo isso faz parte do aquecimento para outro duelo pesado: o confronto contra o Coritiba, neste sábado.
A programação do Fantasma é aquela de sempre: treino amanhã pela manhã, almoço e viagem para Curitiba logo na sequência. O time deve se hospedar na capital, como manda a logística do clube, para enfrentar o Coxa no sábado, às 16h, no Alto da Glória. É o jogo da volta da semifinal do Campeonato Paranaense, valendo vaga na final — o vencedor encara quem passar de Athletico x Londrina, que duelam no domingo.
É reta decisiva do Paranaense, meus amigos. E o Operário entra com moral de atual campeão, brigando inclusive por um possível bicampeonato. Mas nem só de moral vive o futebol, e o técnico Luizinho Lopes sabe disso. O Fantasma tem ajustes a fazer, especialmente no sistema defensivo. As alas têm força ofensiva, mas ainda mostram problemas de marcação. O miolo de zaga, com Jhan Pool, também precisa melhorar na bola aérea e na saída rápida.
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No meio-campo, o esquema 4-3-3 não deu a resposta esperada contra times que povoam mais o setor, como o próprio Coritiba. E o Coxa, vale lembrar, joga com cinco homens no meio. Só que eles também têm suas dores: o volante Walisson, titular absoluto, está fora. No jogo anterior, Willian Oliveira não deu conta do recado, e isso pode ser um ponto de vantagem para o Operário. Some a isso o fato de o Coritiba estar sentindo fisicamente — o gás cai por volta dos 25, 30 do segundo tempo, e os gols sofridos nos últimos jogos comprovam isso.
Já deixo aqui minha opinião: vejo o Operário funcionando melhor no 4-4-2, com mais proteção e transição rápida. Algo como Índio e Trindade lado a lado, dando sustentação para os laterais e protegendo o setor. Ofensivamente, o time ganhou outra cara com o Berto entrando no segundo tempo do último clássico. Deve ser titular, ao lado do Aylon, já que Léo Gaúcho vive fase ingrata e tem desperdiçado chances.
O importante é que as situações estão sendo ajustadas, o ambiente está focado, e a confiança existe para que o Operário chegue forte no sábado. Afinal, está em jogo uma vaga na final — e o Fantasma sabe o caminho.
E claro, tudo isso e muito mais nós vamos destrinchar juntos logo mais, das 11h às 12h, no BnT Esportes. Você acompanha no portal BnT, nas redes sociais, na Rádio BnT Web e também na dobradinha com a Rádio Cescage 107.7 FM.
Até daqui a pouco! Grande abraço!








