Casa e Jardim inspira TCCs em pós-graduação do IED-SP
Estudantes da pós-graduação em Design de Interiores Contemporâneo do IED-SP desenvolveram Trabalhos de Conclusão de Curso projetando um escritório para a revista Casa e Jardim. Sob coordenação do arquiteto Alexandre Salles, os cinco grupos buscaram criar ambientes corporativos afetivos e acolhedores, traduzindo o espírito da publicação.

Um desafio com alma de casa
Alunos da pós-graduação em Design de Interiores Contemporâneo do Istituto Europeo di Design – São Paulo (IED-SP) enfrentaram um desafio criativo. Eles projetaram um escritório para a revista Casa e Jardim com “alma de casa”.
Essa foi a temática dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) da turma. A proposta estimulou a repensar o ambiente corporativo como espaço afetivo e acolhedor.
Os projetos evitaram áreas impessoais ou frias. Além disso, precisavam traduzir o espírito da publicação: brasilidade, conforto e estética apurada.
Sob coordenação do arquiteto e professor Alexandre Salles, fundador do Estúdio Tarimba, o trabalho seguiu com foco nesses valores. A fonte não detalhou o cronograma ou metodologia específica.
Cinco projetos, um propósito comum
Foram desenvolvidos cinco projetos como parte dessa iniciativa acadêmica. Cada um tinha estética própria, mas todos compartilhavam um propósito.
O objetivo comum era valorizar a cultura, o design e a vegetação nacionais. Essa diversidade criativa explorou diferentes facetas da identidade brasileira no ambiente de trabalho.
Em contraste com escritórios convencionais, as propostas buscaram integrar elementos que remetessem ao lar. Os grupos trabalharam para criar soluções funcionais e emocionalmente significativas.
Os grupos e suas propostas
Primeiro grupo
Formado por Camilla Bambini, Gabriela Cechinel e Giulia Ceschi. A fonte não detalhou o título ou conceito específico deste projeto.
Segundo grupo: “A Casa Onde o Brasil Conta Suas Histórias”
Integrantes: Gisela Lema, Rogerio Gaspar e Silvia Suzuki. O título sugere uma abordagem narrativa e cultural.
Terceiro grupo: “Texturas: O Brasil que se sente”
Composto por Maria Cecilia Barbosa, Gabriella de Freitas Bandeira e Gabriela Moises. O foco parece estar em experiências sensoriais e materiais.
Quarto grupo: “Morar Brasileiro: um novo olhar para o núcleo Casa e Jardim”
Com Mariane Sassi, Thabata Barbosa Passarela e Thais Correia Haddad. A proposta reinterpreta o conceito de moradia brasileira no contexto corporativo.
Quinto grupo: “O Ecossistema da Casa no Ambiente de Trabalho”
Formado por Taina de Toledo, Fernanda Minchillo e Natalia Martins. O projeto integra elementos domésticos ao espaço profissional.
Traduzindo o espírito da revista
A coordenação de Alexandre Salles enfatizou a necessidade de refletir a essência da Casa e Jardim. Isso significava incorporar brasilidade, conforto e estética cuidadosamente elaborada.
Os estudantes foram desafiados a pensar além da funcionalidade básica de um escritório. Eles precisavam considerar como o espaço poderia promover bem-estar e inspiração.
Dessa maneira, o trabalho acadêmico se tornou um exercício de aplicar valores editoriais ao design de interiores. A fonte não detalhou critérios específicos de avaliação.
Valorizando a cultura nacional
Abordagens diversificadas
Cada grupo interpretou a diretriz de valorização nacional de forma única. Alguns focaram em narrativas visuais que contam histórias do Brasil.
Outros exploraram texturas e sensações típicas. Há também projetos que repensaram o conceito de morar brasileiro no contexto corporativo.
Alguns integraram ecossistemas domésticos ao ambiente de trabalho. Isso criou uma fusão entre vida profissional e pessoal.
Elementos-chave
- Brasilidade como identidade central
- Design nacional valorizado
- Vegetação nativa incorporada
- Conforto e acolhimento prioritários
O legado dos trabalhos
Os cinco projetos de TCC representam uma contribuição significativa. Eles discutem espaços de trabalho contemporâneos com nova perspectiva.
Demonstram como criar ambientes corporativos produtivos e acolhedores simultaneamente. A abordagem de “alma de casa” desafia convenções tradicionais de design corporativo.
A ênfase na brasilidade oferece um caminho para espaços com identidade cultural forte. Essas propostas podem inspirar profissionais e empresas a repensarem seus ambientes.























