Catedral Sant’Ana e outras sete igrejas entram em processo de tombamento
A decisão, publicada pela Secretaria Municipal de Cultura, contempla templos religiosos considerados importantes para a preservação da memória, arquitetura e identidade cultural do município

O Conselho Municipal do Patrimônio Cultural (Compac) declarou o tombamento preliminar de oito igrejas históricas de Ponta Grossa. A decisão, publicada pela Secretaria Municipal de Cultura, contempla templos religiosos considerados importantes para a preservação da memória, arquitetura e identidade cultural do município.
A medida foi tomada com base no artigo 216 da Constituição Federal e na Lei Municipal nº 8.431/2005, que tratam da proteção do patrimônio cultural. As deliberações ocorreram durante reuniões realizadas nos dias 4 de maio e 1º de junho de 2026.
TEMPLOS FAZEM PARTE DA HISTÓRIA DE PONTA GROSSA
Entre os imóveis incluídos no tombamento preliminar está a Catedral Sant’Ana, localizada na Praça Marechal Floriano Peixoto, um dos principais símbolos religiosos da cidade.
Também fazem parte da relação:
Igreja Senhor Bom Jesus, localizada na Fazenda Santa Cruz;
Igreja São Sebastião, na Rua Coronel Generoso Martins de Araújo;
Igreja Nossa Senhora do Rosário, na Rua do Rosário;
Igreja Sagrado Coração de Jesus, na Praça Barão de Guaraúna;
Igreja São José, na Rua Princesa Isabel;
Igreja Transfiguração de Nosso Senhor Jesus Cristo, na Avenida Dom Pedro II;
Paróquia São Jorge Protetor, na Rua Rodrigo Octavio.
PROTEÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL
O tombamento preliminar é uma etapa do processo administrativo de reconhecimento e proteção de bens culturais. A iniciativa busca garantir que imóveis de relevância histórica tenham sua preservação analisada e acompanhada pelo poder público.
Os templos religiosos fazem parte da formação histórica de diferentes regiões de Ponta Grossa e representam períodos importantes do desenvolvimento urbano e social do município.
A publicação é assinada pela diretora do Departamento de Patrimônio Cultural, Brenda Ascheley de Morais, e pelo secretário municipal de Cultura e presidente do Conselho Municipal do Patrimônio Cultural, Alberto Schramm Portugal.
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