A Justiça recebeu a denúncia apresentada pelo Ministério Público contra o repórter Marcos Eduardo Rosa dos Santos, conhecido como Sassá, que responde pelos crimes de lesão corporal, descumprimento de medida protetiva e dano ao patrimônio. Após esse avanço no processo, a defesa do acusado se pronunciou oficialmente, destacando pontos que considera fundamentais para a compreensão do caso.
Em declaração pública, o advogado Fernando Madureira, que representa Sassá, afirmou que o réu está arrependido pelos fatos e que já pediu desculpas publicamente à vítima. Segundo Madureira, trata-se de um episódio isolado na vida do repórter, que não possui antecedentes criminais.
“A Justiça recebeu a denúncia oferecida pelo Ministério Público contra Marcos Eduardo Rosa dos Santos, conhecido por repórter Sassá, que responde pelos crimes de lesão corporal, descumprimento de medida protetiva e crime de dano. O repórter Sassá já se arrependeu dos fatos e, em público, pediu desculpas para a vítima. Esse foi um ato isolado na vida do Sassá, e ele jamais teve qualquer antecedente criminal”, afirmou o advogado.
Próximos passos no processo
Com o recebimento da denúncia, o processo se torna oficialmente ativo e seguirá o trâmite judicial previsto no Código de Processo Penal. O advogado Fernando Madureira explicou como será essa sequência:
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Citação do acusado, que será formalmente informado sobre o andamento do processo;
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Prazo de dez dias para que a defesa apresente a resposta à acusação;
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Designação da audiência de instrução e julgamento, na qual serão ouvidas:
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A vítima;
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As testemunhas arroladas pelo Ministério Público;
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As testemunhas da defesa;
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E, por fim, o próprio acusado será interrogado.
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O que diz a denúncia
A denúncia aceita pela Justiça reúne três situações distintas apontadas pelo Ministério Público:
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Descumprimento de medida protetiva: Sassá teria se aproximado da residência onde estava a mãe da vítima, o que configuraria violação da ordem judicial.
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Lesão corporal: referente à agressão registrada em vídeo e divulgada inicialmente pelo Portal Boca no Trombone.
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Dano ao patrimônio: destruição do celular da vítima, também registrada durante o episódio.
Sassá chegou a cumprir monitoramento eletrônico com tornozeleira por seis meses, período que poderá ser considerado em eventual pena, conforme prevê a legislação penal.
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