No último dia 12, uma equipe da Guarda Civil Municipal (GCM) foi acionada pelo telefone 153 para atender uma ocorrência de desavença familiar na Vila Cipa, em Ponta Grossa.
Segundo as informações repassadas, a corporação foi chamada pela mãe após a filha, em surto, ter proferido palavras ofensivas contra ela, ameaçado ela com uma barra de ferro e danificado parte do teto da residência.
De acordo com o boletim de ocorrência, a Secretaria Municipal de Cidadania e Segurança Pública, por meio da Guarda Civil Municipal, informou que todas as medidas necessárias foram adotadas com o objetivo de garantir a integridade da cidadã envolvida e das demais pessoas presentes.
Ameaça com barra de ferro
Conforme o boletim de atendimento, familiares relataram que a mulher apresentava quadro de surto, com elevado nível de agressividade. Ainda segundo o registro, ela teria ameaçado a mãe com uma barra de ferro após ser orientada a não sair de carro com os filhos.
Ao chegar ao local, os agentes realizaram a abordagem seguindo os protocolos institucionais. Por se tratar de ocorrência envolvendo uma mulher, foi solicitado apoio de equipe com agente feminina, sendo inicialmente priorizada uma solução colaborativa para o encaminhamento da cidadã.
No entanto, conforme relato oficial, a mulher manteve comportamento agressivo e resistiu às intervenções, sendo necessária a contenção e condução à delegacia.
Atendimento médico e procedimentos legais
Durante o deslocamento, segundo a GCM, a mulher continuou agitada, debatendo-se e chutando o compartimento da viatura. Ao chegar à delegacia, foi acionado o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que realizou avaliação e encaminhamento até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para atendimento médico.
Posteriormente, ela foi reconduzida à delegacia, onde a autoridade policial de plantão adotou os procedimentos legais cabíveis. Toda a situação foi acompanhada pelos familiares.
A Guarda Civil Municipal destacou que atua com base em protocolos técnicos, prezando pelo atendimento humanizado e pelo uso proporcional da força, com foco na preservação da integridade física das pessoas envolvidas. A instituição também reforçou que dispõe de Ouvidoria e Corregedoria, órgãos responsáveis pelo recebimento e apuração de eventuais denúncias relacionadas à atuação de seus agentes.
Após deixar a delegacia, a mulher que foi presa retornou para realizar exame de corpo de delito, alegando supostamente ter sido agredida pela Guarda Civil Municipal. Segundo a mãe que testemunhou todo o trabalho da equipe, não houve agressão por parte dos agentes.
A mãe relatou ainda que não é a primeira vez que enfrenta situação semelhante envolvendo a filha e que já teria registrado outros boletins de ocorrência anteriormente.
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