Dólar ainda segue alto e abre sessão de sexta-feira cotado a R$ 5,39
Na quinta-feira (29), em meio a preocupações com o cenário econômico nacional e internacional, o dólar fechou em alta de cerca de 1%, aproximando-se de R$ 5,40.

O dólar comercial abriu a sessão desta sexta-feira (30) em leve alta, último pregão do mês de outubro, cotado a R$ 5,3962. O Ibovespa inicia as negociações às 10 horas.
No cenário interno, o mercado financeiro repercute os novos dados do emprego no Brasil e os sinais de desaceleração da atividade econômica, além de acompanhar a expectativa pela definição da nova equipe econômica do governo Lula.
No exterior, investidores também monitoram os indicadores da economia norte-americana.
Na quinta-feira (29), em meio a preocupações com o cenário econômico nacional e internacional, o dólar fechou em alta de cerca de 1%, aproximando-se de R$ 5,40. A bolsa caiu pouco mais de 1% e encerrou abaixo dos 170 mil pontos, na quarta queda consecutiva.

O mercado financeiro foi influenciado pelo avanço da moeda norte-americana frente a divisas de países emergentes, por dados econômicos dos Estados Unidos e pelas incertezas sobre a política fiscal e a composição da equipe econômica do próximo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Principais números de quinta-feira (29):
- Dólar comercial: R$ 5,387 (+0,76%);
- Ibovespa: 169.186 pontos (-1,06%);
- Máxima do dólar: R$ 5,43, por volta das 15h30;
- Mínima do Ibovespa: 168.765 pontos, às 15h26.
- Dólar no ano: queda acumulada de 1,85%
Câmbio
O dólar à vista encerrou o pregão com valorização de 0,76%, cotado a R$ 5,387. Por volta das 15h30, a moeda chegou a R$ 5,43, alta de 1,56% em relação ao fechamento anterior.
No cenário internacional, a divulgação de indicadores econômicos dos Estados Unidos contribuiu para o movimento cambial. O Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) estadunidense cresceu 3,4% no terceiro trimestre, acima da projeção de 3,2% de economistas consultados pela Reuters. Os gastos dos consumidores avançaram 0,5% em setembro.
O núcleo do índice de preços de despesas de consumo pessoal (PCE), indicador de inflação acompanhado pelo Federal Reserve (Fed), Banco Central dos Estados Unidos, subiu 0,3% no mês, em linha com as expectativas. O índice cheio avançou 0,5%.
Após a divulgação dos dados, o dólar ganhou força em relação a moedas de países emergentes, incluindo o peso mexicano, o peso chileno, o rand sul-africano e o real.
No Brasil, as atenções também se voltaram às expectativas para o próximo mandato presidencial, como a formação da equipe econômica e futuras medidas na área.
Com informações Agência Brasil
Leia também: Colisão frontal entre carro e caminhão mata motorista na BR-277 em Guarapuava
























