Estados Unidos atacam a Síria em retaliação ao Estado Islâmico
Estados Unidos atacam a Síria após ofensiva do Estado Islâmico. Operação militar usou mais de 90 munições contra alvos terroristas.

Os Estados Unidos atacam a Síria em uma ampla ofensiva militar lançada contra alvos estratégicos do Estado Islâmico espalhados por diversas regiões do país. A operação foi confirmada pelo comando central das Forças Armadas dos EUA neste sábado (10) e faz parte da chamada Operação Hawkeye Strike.
Segundo informações oficiais, a ação militar foi determinada após um ataque considerado mortal contra forças americanas e aliadas no fim do ano passado. A emboscada resultou na morte de dois soldados dos Estados Unidos e de um intérprete civil que prestava apoio às tropas na região.
De acordo com o comunicado divulgado nas redes sociais do comando central, a ofensiva utilizou mais de 90 munições de precisão contra mais de 35 alvos ligados ao grupo extremista. A operação contou com o apoio de mais de duas dezenas de aeronaves militares, reforçando o caráter de grande escala da ação.
A ordem para a ofensiva partiu do então presidente dos EUA, Donald Trump, que autorizou a continuidade das ações militares como resposta direta às ameaças do grupo terrorista. Em nota, autoridades militares reforçaram que a mensagem dos Estados Unidos permanece clara: ataques contra forças americanas não ficarão sem resposta.
“Se você prejudicar nossos combatentes, nós o encontraremos em qualquer lugar do mundo”, destacou o comunicado oficial, em tom de advertência às organizações extremistas que atuam no Oriente Médio.
Apesar da perda significativa de território ao longo dos últimos anos, o Estado Islâmico ainda mantém células ativas na Síria e no Iraque. Centenas de soldados americanos seguem mobilizados na região como parte da missão internacional de combate ao terrorismo.
Especialistas em geopolítica avaliam que ações como essa reforçam a presença estratégica dos Estados Unidos no Oriente Médio e sinalizam que o país continuará atuando de forma direta contra ameaças consideradas iminentes à sua segurança nacional e de aliados.
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