Ex-prefeito de Cândido de Abreu é preso por fraude em licitação

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O Grupo de Atuação Especial de
Combate ao Crime Organizado (Gaeco) efetuou, na manhã desta quarta-feira (09),
José Maria Reis Júnior, ex-prefeito de Cândido de Abreu, por fraude em licitação.
Pela mesma razão, o Gaeco prendeu Sandroval Probst, secretário de administração
no governo de José Maria. A ação foi mais uma etapa da Operação Chão de Giz

Eles são acusados de terem
recebido propinas para beneficiar um grupo familiar. Segundo o Ministério
Público, várias empresas participavam de licitação, mas descobriu-se que todas
pertenciam à mesma família. Dois empresários foram presos.

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De acordo com apuração do MPPR, empresários da região de Ivaiporã teriam pagado propina ao ex-prefeito e ao ex-secretário de Administração de Cândido de Abreu (Gestões 2013/2016 e 2016/2020), em valores que ultrapassam R$ 200 mil, com o objetivo de obterem favorecimento em licitações conduzidas pelo Município. Os dois ex-gestores públicos e dois empresários investigados por supostamente terem pagado as propinas foram os alvos dos mandados de prisão.

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O rombo aos cofres públicos teria
sido de R$ 200 mil. Em um dos procedimentos, a empresa vencedora comprometia-se
a cobrir com 300 toneladas de asfalto em pátio de estabelecimento estudantil.
Porém, somente 86,2 toneladas foram usadas, propiciando um desvio de R$
66.588,00.

O prefeito e seu secretário,
entre 2016 e 2020, teriam recebido lotes urbanos dos empresários que se
encontram presos.

Além do cumprimento dos mandados
de prisão preventiva, o Gaeco cumpriu ordens de busca e apreensão nos municípios
de Ivaiporã, Jardim Alegre, São João do Ivaí e Cidade Gaúcha, todas no norte
paranaense. Buscas e apreensões aconteceram, ainda, em Cândido de Abreu.

O que diz a defesa: 
[youtube=https://www.youtube.com/watch?v=SYKYuKtb3iU]
crédito do vídeo: Júnior Koeio

O defensor do prefeito, advogado
Leandro Coelho, comenta que “a prisão preventiva foi um ato desnecessário, para
não dizer absurdo, diante da natureza da investigação e da época dos fatos
investigados”. Ele não se aprofunda, por ora, nos demais aspectos do processo.

O nome da Operação refere-se ao fato de que, segundo as apurações, o piso do pátio de uma escola (em uma das licitações investigadas) teria sido feito em qualidade inferior, devido aos desvios de recursos.

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