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Economia

Exportações de perus crescem 34% no Paraná; resultado no trimestre é histórico

O Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgado nesta quinta-feira (7), mostra que o setor de perus no Paraná encerrou o primeiro trimestre de 2026 com crescimento de 34,1% no volume exportado, alcançando o melhor resultado histórico para o período. Foram exportadas 3.879 toneladas da […]

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Foto: SEAB
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O Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgado nesta quinta-feira (7), mostra que o setor de perus no Paraná encerrou o primeiro trimestre de 2026 com crescimento de 34,1% no volume exportado, alcançando o melhor resultado histórico para o período.

Foram exportadas 3.879 toneladas da proteína, gerando receita cambial de US$ 18,432 milhões. O faturamento teve alta de 199,1% em comparação com o mesmo período do ano anterior. O desempenho também contribuiu para o aumento de 124,6% na receita cambial nacional do segmento, impulsionado pela valorização do preço médio da carne in natura, que chegou a US$ 3.994,94 por tonelada.

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Na comparação entre os estados do Sul, o Paraná apresentou o maior crescimento nas exportações de carne de peru em toneladas, com alta de 34,1%, seguido por Santa Catarina (+15,7%) e Rio Grande do Sul (+4,7%). Os principais destinos das exportações brasileiras foram México, Chile, África do Sul, Peru e Guiné Equatorial.

A avicultura de corte paranaense também apresentou recuperação em abril, com o preço nominal médio do frango vivo chegando a R$ 4,62 por quilo, avanço de 0,7% em relação a março. Apesar disso, o setor segue atento à instabilidade geopolítica no Oriente Médio, que influencia os custos logísticos e de insumos. Já a bovinocultura de corte passa por um período de ajuste sazonal, com a arroba cotada a R$ 353,80 na B3, reflexo do aumento da oferta de animais e das escalas de abate mais confortáveis.

Milho

No setor de grãos, a segunda safra de milho 2025/26 apresenta sinais de estabilização após o retorno das chuvas no fim de abril. Segundo o Deral, 84% das lavouras estão em boas condições e 44% da produção está na fase de frutificação, considerada decisiva para o desenvolvimento da cultura. O preço médio recebido pelo produtor fechou abril em R$ 53,50 pela saca de 60 quilos, mantendo estabilidade com leve alta mensal de 0,6%.

“Além dos 44% em frutificação, temos outros 24% da área plantada ainda em desenvolvimento vegetativo, 30% em floração e 2% na fase final de desenvolvimento, que é a maturação. Por isso, essas chuvas chegaram em um momento muito positivo para o campo”, afirmou o analista do Deral, Edmar Gervasio.

Tangerinas

A produção de tangerinas também ganhou destaque no Paraná, consolidando o Estado como o quarto maior produtor nacional. Em 2024, foram colhidas 115,4 mil toneladas, volume 22,1% maior em relação ao ano anterior. O resultado é impulsionado por regiões produtoras como Cerro Azul e Doutor Ulisses.

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No varejo paranaense, os preços da tangerina apresentaram queda ao consumidor, passando de valores acima de R$ 10,00 por quilo no início do ano para R$ 8,35 em abril. Na Ceasa de Curitiba, a caixa de 20 quilos da variedade Ponkan, de tamanho médio e grande, foi comercializada entre R$ 35,00 e R$ 40,00 no começo de maio, mantendo os mesmos patamares registrados no mesmo período de 2025.

*Com informações da AEN

Yuri Silva
Autoria
Yuri Silva
Sou formado em Jornalismo pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Sou jornalista do portal BnT. Possuo aptidão em comunicação textual, verbal e afins. Possuo um apreço especial pelo jornalismo esportivo. Faço parte da equipe do BnT Esporte Clube.
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