Exposição Memória Fotográfica de Castro 322 anos abre na Casa da Praça e celebra legado da cidade

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Luísa de Andrade
Luísa de Andradehttp://www.bntonline.com.br
Jornalista formada pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), com experiência em produção de conteúdo jornalístico, apuração de pautas e cobertura de temas de interesse público. Atua na elaboração de reportagens multimídia, produção de textos informativos e cobertura de eventos, com foco em jornalismo local.
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A Exposição Memória Fotográfica de Castro 322 anos será aberta oficialmente no dia 5 de março, às 19h30, na Casa da Praça, em Castro, como parte da programação especial de aniversário do município. A iniciativa é promovida pela Secretaria Municipal de Cultura com apoio da Prefeitura e propõe uma imersão visual na história da cidade.

A mostra reúne fotografias históricas e produções autorais contemporâneas que revelam paisagens, personagens e transformações urbanas ao longo dos anos. Mais do que uma sequência de imagens, a exposição convida o visitante a refletir sobre como Castro se desenvolveu social e espacialmente desde sua fundação até os dias atuais.

Um dos destaques da Exposição Memória Fotográfica de Castro 322 anos é a valorização do acervo deixado pelo fotógrafo Carlos Ernesto Kugler, o Carlito. Reconhecido por registrar momentos marcantes da cidade e dos Campos Gerais, ele construiu um importante patrimônio visual que hoje ajuda a compreender a identidade local.

A curadoria é assinada pelo historiador André Kugler Zan, neto de Carlito, que vem realizando o levantamento e a catalogação do acervo fotográfico da família. Com formação em História pela Universidade Estadual de Ponta Grossa e especialização em Museografia e Patrimônio Cultural, André atua no Centro Cultural Castrolanda e desenvolve pesquisas voltadas à memória, identidade e imigração holandesa na região.

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Carlito Kugler iniciou sua trajetória na fotografia ainda na adolescência, aos 15 anos, quando ganhou sua primeira câmera. Ao longo da vida, registrou transformações urbanas, eventos culturais e o cotidiano da população castrense, consolidando-se como uma das principais referências visuais da história local. Ele faleceu em 2014, mas seu legado permanece vivo por meio de milhares de imagens preservadas.

Ao integrar a programação oficial dos 322 anos do município, a exposição reforça a importância da preservação da memória coletiva e amplia o acesso da população a registros que ajudam a compreender a formação de Castro. A expectativa é que a iniciativa também fortaleça o turismo cultural e incentive novas gerações a valorizarem o patrimônio histórico da cidade.

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