Familiares e amigos do adolescente morto durante uma intervenção policial afirmam ter visto o policial militar, envolvido no caso, atuando normalmente nas ruas nesta semana, em Ponta Grossa. Segundo os relatos, a presença do agente teria ocorrido menos de três semanas após a ocorrência que terminou em morte no bairro Costa Rica.
Relembre o caso: Morte de adolescente em possível confronto com a PM de Ponta Grossa
O que diz a PMPR sobre o caso
O caso aconteceu em 1º de janeiro, quando, segundo a nota oficial da Polícia Militar do Paraná (PMPR), houve uma intervenção durante a tentativa de abordagem a um motociclista que trafegava sem placa e sem capacete. Equipes do SAMU e do SIATE foram acionadas, mas o óbito foi confirmado ainda no local. A Polícia Civil e a Polícia Científica estiveram presentes para os procedimentos legais.
A PMPR informou que a motocicleta apreendida apresentava sinais de adulteração nos identificadores, configurando crime. Um revólver calibre .38 também foi recolhido e encaminhado para perícia. Durante a retirada das equipes policiais da cena, uma pedra foi arremessada contra uma viatura, causando danos. O autor do ato foi identificado e encaminhado à delegacia.
Policial envolvido no caso e posicionamento da PMPR
Segundo a corporação, o policial envolvido deveria passar pelos protocolos de avaliação psicológica e por um Inquérito Policial Militar (IPM), que apura as circunstâncias da ocorrência. Após concluído, o procedimento seria enviado ao Ministério Público.
Diante do relato da família sobre o suposto retorno do policial militar ao patrulhamento em Ponta Grossa, o BnT! Online questionou a PMPR para confirmar se o agente já foi liberado para atividades operacionais enquanto o IPM segue em andamento. Até o fechamento desta matéria, não houve retorno. O espaço permanece aberto para manifestação da corporação.


















