Funcionária joga batata frita e óleo quente após ser agredida durante assalto
Criminosos chegaram de bicicleta, invadiram o estabelecimento e fugiram com dinheiro e pertences da vítima durante o assalto; Polícia Civil busca identificar os envolvidos

Uma jovem funcionária de um estabelecimento no modelo drive-in foi agredida durante um assalto registrado na noite de domingo (26), no bairro Capão Raso, em Curitiba. A ação foi flagrada pelas câmeras de segurança do local e está sendo investigada pela Polícia Civil do Paraná (PCPR).
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Segundo as informações repassadas pelo delegado Diego Martins, dois homens chegaram ao estabelecimento de bicicleta. Enquanto um deles permaneceu próximo à janela, fingindo interesse nos produtos oferecidos, o segundo entrou na cozinha e anunciou o assalto.
As imagens mostram que o criminoso exigiu a senha do celular da funcionária e passou a agredi-la. A ação violenta durou aproximadamente um minuto. Durante o ataque, a vítima levou socos e golpes com a arma utilizada pelo suspeito.
Em determinado momento, a arma caiu no chão e o assaltante ficou de costas. A funcionária tentou reagir e jogou batatas fritas e óleo quente contra ele, numa tentativa de interromper as agressões. Mesmo assim, o homem continuou atacando a vítima antes de fugir.
Criminosos levaram dinheiro e mochila
Após o assalto, os dois suspeitos deixaram o local levando pouco mais de R$ 300, além da mochila da funcionária. Eles utilizaram as bicicletas para fugir e não haviam sido localizados até a última atualização do caso. A jovem sofreu ferimentos considerados leves. Ela recebeu atendimento e foi encaminhada ao Hospital do Trabalhador, em Curitiba.
De acordo com a Polícia Civil, a vítima ainda não havia sido formalmente ouvida pelos investigadores em razão do atendimento hospitalar. O depoimento deverá ser prestado após a alta médica.
A PCPR analisa as imagens das câmeras de segurança e realiza diligências para identificar com precisão os dois envolvidos no crime. Informações que possam auxiliar na identificação ou localização dos suspeitos podem ser repassadas de forma anônima aos canais oficiais das forças de segurança.























