Durante patrulhamento no Jd. Paraíso, em Ponta Grossa, a equipe GAT Bravo da Guarda Civil Municipal abordou uma mulher que saía de uma residência já conhecida pelas equipes por envolvimento com o tráfico de entorpecentes.
A mulher demonstrou nervosismo ao avistar a viatura, olhando repetidamente para a equipe e, em seguida, descartando um objeto ao solo. Diante da atitude suspeita, foi realizada a abordagem, sendo constatado que o objeto se tratava de uma pedra de substância análoga ao crack, envolta em palha de aço, sem peso aferido no momento.
Durante conversa com os agentes, a mulher informou que havia acabado de adquirir o entorpecente na residência de onde saía, indicando ainda que a droga teria sido vendida por um rapaz trajando camiseta azul.
Com base nas informações, a equipe deslocou-se até o endereço citado e visualizou um homem com as mesmas características, que, ao perceber a presença policial, correu para dentro da residência. Ele foi abordado na companhia de outra mulher.
Durante revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado com os abordados. No entanto, a mulher que estava na casa informou aos agentes que havia drogas na residência e que o material era de sua propriedade. Ela revelou ainda que havia uma réplica de arma de fogo escondida sob o colchão, afirmando que era para sua defesa.
Na continuidade da vistoria, os agentes encontraram um prato com crack fracionado, uma lâmina de corte, além de uma quantidade de maconha. A droga foi encaminhada à delegacia, onde a maconha aferiu peso de sete gramas.
Diante dos fatos, foi solicitado apoio do canil da Guarda Municipal, e o cão Bolt localizou, dentro de um tênis pertencente à mulher, uma pedra bruta de crack. A substância foi pesada com balança da Polícia Civil, aferindo 18 gramas. Também foi localizado na cômoda do quarto o valor de R$ 725,00 em notas trocadas e moedas. Além disso, os agentes encontraram um pé de maconha plantado no terreno da residência.
Diante de toda a situação, foi dada voz de prisão aos envolvidos, que foram informados sobre seus direitos constitucionais. O apoio da equipe GAT Alpha foi acionado para fazer a segurança no entorno e auxiliar na condução dos três até a 13ª Subdivisão Policial (SDP). Conforme relatado, não houve uso de algemas.
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