Na noite de sábado (24), uma mulher acompanhada de seis crianças procurou ajuda na Base Maria Otília da Guarda Civil Municipal (GCM) após ser vítima de violência doméstica em Ponta Grossa. A equipe GCM Golf foi acionada imediatamente pelo agente que estava de serviço e relatou que a vítima apresentava diversas lesões pelo corpo.
Segundo a mulher, ela passou o dia com a família em um pesque-pague e retornou para casa por volta das 19h30. As agressões teriam começado por volta das 21h30, quando o convivente iniciou uma série de xingamentos, chamando-a de “biscate”, “puta” e “vagabunda”. Logo depois, o homem teria partido para a violência física, desferindo tapas e chutes, e a levando para o quarto do casal, onde continuou com as agressões.
A vítima contou que, em determinado momento, o agressor a segurou pelo pescoço em posição de estrangulamento, causando as marcas visíveis na região. Ela conseguiu se desvencilhar e correu para fora do cômodo, mas foi perseguida pelo homem, que ainda desferiu novos tapas em seu rosto. Ela deixou a residência acompanhada pelos filhos e procurou apoio da GCM, apresentando ainda uma camiseta rasgada, um pano com sangue e relatando que o agressor havia quebrado seu celular.
Com as informações, a equipe GCM Golf deslocou-se até o endereço indicado e encontrou o autor dentro da residência. Ao ser informado de que seria conduzido à Delegacia para esclarecimentos, o homem resistiu, recusando-se a sair para a área externa. Foi necessária a entrada da equipe e o uso moderado de força para contê-lo, conforme os protocolos legais.
Ainda no local, o agressor passou a proferir ameaças e ofensas aos agentes, afirmando que eles “não tinham coragem de prender bandidos” e desafiando a equipe. Em dado momento, chegou a tentar atingir um dos guardas com um chute, sendo novamente contido.
Diante da gravidade da situação e dos indícios de violência doméstica em Ponta Grossa, a GCM deu voz de prisão ao homem, garantiu seus direitos constitucionais e solicitou apoio da equipe GCM Juliete para condução das partes. O uso de algemas foi aplicado conforme a Súmula 11 do STF. O caso foi encaminhado à Delegacia de Polícia, onde foram tomadas as medidas cabíveis.
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