No município de Guamiranga, Josiane de Fátima Dubek, de 60 anos, qual possui a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e realiza tratamento há quatro anos, denunciou para a reportagem do Portal Boca no Trombone, que a cidade está negando seu pedido para devolver a máquina de oxigênio em que usa atualmente e voltar com o cilindro.
Josiane precisa fazer o uso de oxigênio domiciliar 24 horas por dia, além do uso de medicamentos. Ela recebeu a máquina do Estado, mas não se adaptou, fazendo ter crises de falta de ar e ansiedade. A máquina é utilizada desde fevereiro de 2025.
Uma familiar que preferiu não se identificar conta que “estão negando a dar o cilindro por causa da máquina. Dizem que ela está dando muito gasto. Quando tem crises de falta de ar, eu tenho que estabilizar ela em casa com inalação, bombinha para poder levar para o hospital. Ela falou de ir no Ministério Público e o prefeito disse ‘façam o que quiserem’. Ela também precisa do cilindro pequeno caso tenha que ir no hospital, na farmácia, mas querem recolher também”.
Sobre a máquina, a familiar comentou que “ainda é a luz caso falte ela fica sem oxigênio, pois tem que fazer um protocolo na copel em Prudentópolis. É longe não dá tempo, pois ela precisa de oxigênio 24 horas por dia. Aqui tem muita instabilidade de luz”.
Posicionamento
A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Guamiranga para um posicionamento, mas até o momento não obteve retorno.
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