A deputada estadual Mabel Canto (PP), líder da Bancada Feminina da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), destacou nesta terça-feira (18) o avanço histórico da Casa rumo à conquista do selo de enfrentamento à violência contra mulheres, certificação nacional que reconhece instituições comprometidas com políticas de proteção e igualdade de gênero.
O processo começou com a formalização de um termo de compromisso que prevê uma série de medidas internas a serem implementadas pela Alep. A certificação, chamada “Selo Nós por Elas/ABNT”, é concedida pelo Instituto Nós por Elas em parceria com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Segundo o programa, a iniciativa estrutura-se em quatro níveis — bronze, prata, ouro e platina — com critérios rigorosos baseados em indicadores de boas práticas.
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Para Mabel Canto, a conquista coloca o Paraná como referência nacional. “É importante lembrar que a Alep será a primeira do país a conquistar o selo. Temos muito a avançar no combate a todos os tipos de violência contra as mulheres, inclusive aqui dentro desta Casa”, afirmou a deputada, reforçando que o compromisso vai além do simbolismo e envolve mudanças estruturais.
O termo foi assinado pela Bancada Feminina, que reúne todas as dez deputadas estaduais; pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher; e pela Procuradoria da Mulher da Alep. Também participaram o presidente da Assembleia, Alexandre Curi (PSD), o 1º secretário Gugu Bueno (PSD) e o diretor-geral Wellington Dalmaz, reforçando o apoio institucional à iniciativa.
A adesão ao processo de certificação havia sido solicitada em setembro e já recebeu parecer favorável das áreas técnicas. Segundo o Instituto Nós por Elas e a ABNT, o selo reconhece organizações que demonstram compromisso efetivo com o enfrentamento à violência contra mulheres, promovendo ações internas e externas alinhadas às melhores práticas nacionais.
Para Mabel, a medida amplia o alcance das políticas já existentes no Parlamento. “A Assembleia Legislativa deu um passo importante ao reforçar iniciativas que já se tornaram lei ou estão em tramitação. O termo é baseado em indicadores que mostram nosso compromisso com a redução das desigualdades e da violência de gênero”, completou.
*Com informações da assessoria


















