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Mãe denuncia possível falta de atendimento a filha gestante em hospital de PG

Segundo a denunciante, sua filha, gestante, passou por um exame de ultrassom em que foi constatada a ausência de batimentos cardíacos no bebê.

Bebê está na UTI do Humai e aguarda transferência para hospitais de Curitiba ou Campo Largo
Divulgação/Arquivo
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Uma moradora de Ponta Grossa procurou a reportagem para relatar um caso de possível falta de atendimento no Hospital Universitário Materno-Infantil (Humai). Segundo a denúncia, sua filha, gestante, passou por um exame de ultrassom em que foi constatada a ausência de batimentos cardíacos no bebê. Apesar do diagnóstico, uma médica não teria atendido de forma adequada. 

“A minha filha foi fazer um exame de ultrassom e lá a médica constou que não está tendo batimento cardíaco no bebê, sabe? Só que daí, ela foi ali no posto de saúde aqui do Ouro Verde, mandaram ela ir para o Humai. Ela chegou no hospital E a médica não fez nem ultrassom, nem examinou para saber se o nenê está vivo ou se está morto”, relatou a mãe.

De acordo com a denúncia, no atendimento do hospital, a médica dito que não seria necessário realizar novo exame. “A única coisa que ela falou é que se nós pagássemos uma ecografia para rever, nós estaríamos gastando dinheiro à toa. E não quis atender a minha filha, nem examinou para saber como que está, ou muito menos para dar um remédio para fazer o aborto, já que o nenê não tem batimento cardíaco, sabe?”, afirmou.

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A mãe também relatou que a profissional não se identificou pelo nome, apresentando-se apenas como obstetra. O atendimento foi considerado como grosseiro. “Foi bem grossa, nem deu atenção e falou que nós íamos gastar dinheiro se fossemos fazer outro ultrassom. Mas nem examinou minha filha, nem para ver se precisa se fazer corretagem”, disse.

A denunciante afirmou ainda que procurou ajuda para que o caso tenha encaminhamento e que a filha receba atendimento adequado. “Eu acho que daí uma falta de jeito com a gente, né? Porque eu imagino a cabeça da minha filha como que está e saber que o bebezinho dela não está bem ou até mesmo faleceu na barriga, né?”, concluiu.

O Portal BnT entrou em contato com a assessoria de comunicação do Hospital Materno Infantil (HUMAI-UEPG) e aguarda retorno a respeito do caso. 

Vinicius Sampaio
Autoria
Vinicius Sampaio
Sou formado em Jornalismo na Universidade Estadual de Ponta Grossa. Sou repórter do jornal Boca no Trombone, responsável por policial, esportes e política. Facilidade em comunicação visual, textual e verbal. Possuo conhecimento e um apreço especial por jornalismo de dados.
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