Moradores reclamam de falta de ligações de água e esgoto no Shangrilá, em Ponta Grossa

Mais Lidas

Marcos Silva
Marcos Silva
Jornalista associado à Abrajet-PR, formado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), com MBA em Gestão da Comunicação Empresarial (TUIUTI). Profissional com quase 20 anos de atuação em redações de rádio, jornal e portais de notícia.
- Publicidade -

Moradores da rua Irene Alves de Geus, na região do Shangrilá, no bairro Contorno, vivem uma situação preocupante desde o início de dezembro, quando receberam as chaves de dez casas recém-construídas, em Ponta Grossa. As famílias relatam dificuldades devido ao atraso nas ligações de água e esgoto no local, serviço considerado básico e essencial para que os imóveis possam ser habitados de forma digna.

De acordo com os moradores, assim que receberam as chaves, todos procuraram a Sanepar para solicitar as ligações de água e esgoto. No primeiro atendimento, a companhia informou que os serviços seriam concluídos em até 10 dias, prazo que não foi cumprido. Com a demora, os proprietários voltaram à Sanepar e foram surpreendidos ao serem informados de que a rua sequer possuía rede de esgoto instalada, o que impedia a realização das ligações.

Confira as últimas notícias sobre Ponta Grossa (Clique aqui).

Ainda segundo os relatos, a companhia mencionou a possibilidade de um prazo de até 65 dias para a implantação da rede, algo que preocupou os moradores, muitos deles já vivendo nas novas casas. Em um novo atendimento, uma moradora foi orientada a reunir documentação de pelo menos quatro ou cinco proprietários solicitando formalmente a instalação da rede, para que fosse feita uma medição técnica e avaliada a responsabilidade pelos custos da obra. Entretanto, apesar de uma medição supostamente ter ocorrido, os moradores afirmam que não foram informados sobre data, resultado ou próximos passos.

- Publicidade -

No dia 13 de janeiro, uma moradora voltou à Sanepar e recebeu nova previsão: a obra deveria ser finalizada até o dia 25 do mês. Porém, até esta quarta-feira (21), nenhuma intervenção havia sido iniciada e não houve qualquer comunicado oficial sobre o andamento da situação.

A dificuldade se agrava porque algumas famílias já estão morando nas casas, sem acesso à água e ao esgotamento sanitário, após precisarem devolver os imóveis alugados onde viviam anteriormente. Para essas famílias, manter aluguel e prestação simultaneamente se tornou inviável. O construtor e a Caixa Econômica Federal reforçaram que a responsabilidade pelas ligações é da Sanepar.

Enquanto aguardam uma solução definitiva, os moradores seguem cobrando respostas e afirmam que não têm condições de viver plenamente em suas próprias casas sem o fornecimento de um serviço básico e indispensável.

Posicionamento da Sanepar

A redação do BnT! Online entrou em contato com a Sanepar, mas até o momento da publicação desta matéria não obteve resposta. O espaço segue aberto para um futuro posicionamento da companhia.

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

COMENTE SOBRE ESSA NOTÍCIA

Por favor digite seu comentário!

- Publicidade -

Últimas Notícias

WhatsApp Entre em nosso
Grupo de Whatsapp

Quer receber as Newsletter BnT?

Cadastre-se e receba um e-mail exclusivo com as principais notícias do Portal Boca no Trombone.

    - Publicidade -
    📢🧵Casa do Artesão oferece oficinas gratuitas e cursos de renda extra. 📢🐰Produtos de Páscoa já estão à venda na Casa do Artesão. 📢🎭Tibagi prepara quatro noites de Carnaval com atrações locais e nacionais. 📢💲Deputado destaca parceria com o Estado e R$ 500 mi para a região. 📢🚘Setor automotivo cresce, mas segue com falta de mão de obra qualificada 📢🩺Solumedi facilita agendamento de consultas em Ponta Grossa.