Moro avalia Elizabeth como candidata ‘vice’ para o governo?

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Gleidson Carlos
Gleidson Carlos
Gleidson Carlos Greinert é jornalista formado em Comunicação Social desde 2014. Atua como escritor/articulista político, radialista e presta assessoria de imprensa e marketing. Ele é pós-graduado em Ciência Política.
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Com vistas às eleições de 2026, as peças começam a ser posicionadas no tabuleiro político paranaense. Tudo o que acontece na capital reflete nos principais colégios eleitorais do estado, como Ponta Grossa, o quarto maior.

Aos poucos, as articulações vão acontecendo, visando à reeleição dos deputados (federais) Sandro Alex (PSD) e Aliel Machado (PV), (estaduais) Mabel Canto (PSDB) e Marcelo Rangel (PSD), além de nomes que estão sendo sondados nos bastidores, como do presidente da Câmara de Vereadores, Julio Küller (MDB), do vereador Geraldo Stocco (PV) e do ex-prefeito, Jocelito Canto (PSDB), que estaria apto a concorrer nas próximas eleições.

A prefeita Elizabeth Schmidt (União), como representante da cidade, é uma cabo eleitoral de peso. Contudo, é improvável que ela apoie candidatos locais, especialmente os irmãos Oliveira, com quem teve desentendimentos nas últimas eleições. A não ser o próprio Júlio Küller, com quem a prefeita caminhou de mãos dadas na eleição e continua até agora.

No início de seu mandato, Elizabeth indicou três deputados: Márcia Huçulak (PSD), Flávia Francischini (União) e Fábio Oliveira (Podemos), que, segundo ela, passaram a representar o município junto ao governo estadual.
Apesar de se sentir traída pelo governador Ratinho Júnior (PSD) nas eleições municipais, a prefeita mantém uma relação diplomática, mas apoiar o candidato governista no próximo pleito pode não ser uma opção, especialmente se o senador Sérgio Moro (União), seu aliado de primeira hora, confirmar sua candidatura ao governo do estado.

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A relação com Moro é estreita, a ponto de, nos bastidores, aliados especularem medir o nome da prefeita ponta-grossensse em uma pesquisa de intenções de votos para candidatura a ‘vice’ em uma eventual chapa encabeçada pelo ex-juiz. Vale lembrar que, em Ponta Grossa, Moro conquistou uma vitória expressiva com Elizabeth, já que esteve na cidade por mais de uma vez para apoiá-la no processo eleitoral.

Neste cenário, a vantagem de Ratinho está no apoio de prefeitos e ex-prefeitos nos redutos maiores eleitorais paranaenses, que servirão como cabos eleitorais, como Curitiba (Eduardo Pimentel e Rafael Greca), Maringá (Ulisses Maia), Londrina (Thiago Amaral) e Cascavel (Leonardo Paranhos).

Leia também: Prefeitura e MPPR avaliam medidas de compensação da Sanepar à população por falta de água

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