Nasa revela imagem inédita da Lua capturada por astronautas da Artemis II
Imagem inédita da Lua Artemis II revela detalhe nunca visto e marca avanço histórico na exploração espacial.

A imagem inédita da Lua divulgada pela Nasa neste domingo (5) revela um novo ângulo da bacia Orientale e marca um momento histórico na exploração espacial, com registros nunca antes vistos por olhos humanos.
Segundo a agência espacial norte-americana, a fotografia foi capturada por astronautas a bordo da missão Artemis II e mostra detalhes do satélite natural da Terra com uma perspectiva inédita. A bacia Orientale, localizada na borda do disco lunar, aparece de forma completa — algo que nunca havia sido observado diretamente por humanos.
Em publicação nas redes sociais, a Nasa destacou o significado do registro. “História sendo feita”, afirmou a agência. “Nesta nova imagem da nossa tripulação da Artemis II, você pode ver a bacia Orientale na borda direita do disco lunar. Esta missão marca a primeira vez que a bacia inteira é vista por olhos humanos”, explicou.
A missão Artemis II leva quatro astronautas até a órbita da Lua: Christina Koch, Reid Wiseman e Victor Glover, representando a Nasa, além de Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA). A expedição teve início no dia 1º de abril e segue até o dia 11, quando está prevista a aterrissagem na Terra.
Entre os momentos mais aguardados da missão está a passagem pelo chamado lado oculto da Lua, programada para segunda-feira (6). Essa etapa é considerada estratégica, pois permitirá testes importantes de navegação e comunicação, além de ampliar a capacidade de observação do satélite.
A imagem inédita da Lua reforça o avanço das missões espaciais modernas e simboliza uma nova era de exploração lunar. O programa Artemis tem como objetivo não apenas retornar humanos à Lua, mas também estabelecer bases para futuras viagens tripuladas a Marte.
Especialistas apontam que registros como esse contribuem significativamente para o entendimento da formação lunar e das estruturas geológicas presentes no satélite. Além disso, ajudam a desenvolver tecnologias essenciais para missões de longa duração no espaço.
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