Pai mata filha de 3 anos, concreta corpo e vive com ele em casa

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Um crime brutal e chocante veio à tona ontem (27), em Guarulhos, na Grande São Paulo. A pequena Emanuelle Silva Souza, de apenas 3 anos, foi assassinada pelo próprio pai e pela madrasta, principais suspeitos do homicídio que ocorreu há cerca de dois meses. O caso só foi descoberto agora, após a mãe da criança desconfiar do sumiço da filha e procurar a polícia.

Emanuelle foi morta um dia antes de completar 4 anos. Após o assassinato, o casal escondeu o corpo da criança enterrando-o e concretando-o na lavanderia da própria casa, onde continuaram vivendo normalmente com outros três filhos. Durante esse período, mantiveram uma rotina aparentemente comum, sem levantar suspeitas dos vizinhos ou de familiares.

Mãe descobriu o crime ao confrontar o casal

Segundo o relato da mãe, ela vinha tentando entrar em contato com a filha há dias, sem sucesso. O pai da criança alegava que Emanuelle estaria sob os cuidados do Conselho Tutelar, o que levantou suspeitas. A mãe então procurou diversas unidades do órgão, mas nenhuma delas tinha registro da criança.

Diante do silêncio e das informações desencontradas, ela decidiu registrar um boletim de ocorrência e ir pessoalmente até a casa do ex-companheiro. Ao chegar no local, a mulher confrontou a madrasta da criança, o que gerou uma briga. Durante a discussão, o pai acabou confessando o crime, revelando onde o corpo da filha havia sido escondido.

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Polícia investiga possível abuso e outros crimes

A Polícia Civil de São Paulo já prendeu o casal e investiga as circunstâncias do homicídio, incluindo a possibilidade de que Emanuelle tenha sofrido maus-tratos ou abusos antes de ser morta. A motivação e a dinâmica do crime ainda estão sendo apuradas.

O caso gerou comoção em Guarulhos e tem repercutido em todo o país pela crueldade e frieza dos envolvidos, que conviveram com o corpo da criança em casa por dois meses, sem demonstrar remorso aparente.

Emanuelle foi sepultada após a remoção do corpo, com o devido acompanhamento do Instituto Médico Legal (IML). A mãe, abalada, agora clama por justiça.

Via Metropoles

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